Câmeras de segurança de alta resolução: tecnologia em prol do patrimônio


Câmeras de segurança de alta resolução: tecnologia em prol do patrimônio

O avanço da tecnologia trouxe novas opções de vigilância, como as câmeras de alta resolução.

Fazer a vigilância da sua residência ou do seu estabelecimento se tornou uma tarefa diária e a contratação de seguranças já não é mais uma iniciativa totalmente eficiente. O avanço da tecnologia trouxe novas opções de vigilância, como a utilização de câmeras, e o mercado de segurança tem se modernizado. Uma das suas atualizações foi o lançamento de câmeras de segurança de alta resolução.

De forma resumida, resolução de uma câmera é quantidade de linhas que a mesma usa para formar as imagens. Quanto maior o número de linhas, mais nítida são as imagens. As câmeras ideais possuem resolução superior a 480 linhas. Quando a qualidade é inferior a isso, as imagens ficam ruins, sem definição, e muitas vezes não é possível identificar o rosto das pessoas ou placas de carros, fazendo com que o sistema de segurança não cumpra sua função.

As câmeras de segurança de alta resolução chegaram no mercado para evitar essas falhas. Todas as câmeras de vigilância têm a mesma finalidade: monitorar um local em tempo real. Se colocadas em conjunto com um sistema, podem ainda fazer a gravação dessas imagens. Algumas câmeras de alta definição possuem infravermelho acoplado, o que permite captar imagens de boa qualidade mesmo à noite, quando não há iluminação.

Além desses fatores, as câmera com alta definição, por proporcionarem um bom detalhamento das imagens, faz com que o usuário precise de um número menos de equipamentos para cobrir determinada área. Outras funções como filmagens pan (horizontais ou verticias) e zoom também dão destaque para as câmeras de segurança de alta resolução.

Essas câmeras possuem ainda outra finalidade: a possibilidade de gravar as imagens somente quando realmente houver necessidade. Essa função funciona com o ativamento automático da câmera quando acontece o disparo do alarme no local, por exemplo, evitando que o usuário precise ficar buscando depois as imagens daquele momento para passar para as autoridades.

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3 dicas para implantar monitoramento de imagens via internet


3 dicas para implantar monitoramento de imagens via internet

As tecnologias com acesso à rede nem sempre são usadas da melhor forma possível. Confira dicas que podem melhorar resultados e evitar dores de cabeça posteriores.

Em nossa experiência no setor de segurança, observamos, nos últimos vinte anos, um grande amadurecimento nas soluções brasileiras de monitoramento de imagens. Hoje, nosso mercado contém soluções definitivas, integradas com a internet e capazes de ajudar em casos de eventuais intrusões. Porém, as tecnologias com acesso à rede nem sempre são usadas da melhor forma possível. Por isso, neste post, separamos 3 dicas para implantar monitoramento de imagens via internet, que podem melhorar resultados e evitar dores de cabeça posteriores.

Nossas 3 dicas para implantar monitoramento de imagens via internet são:

  • Fique atento ao tipo e à qualidade da conexão à internet: como falamos acima, nosso mercado contém soluções de todos os tipos para o monitoramento. As câmeras, por exemplo, podem se conectar à central por meio de uma rede cabeada ou sem fio. Essa diferença deve ser levada em conta pelos gestores para que a conexão seja otimizada. No caso de uma IPCAM wireless, você pode investir em um roteador mais potente, que possa receber e repassar as imagens com mais rapidez. Já para equipamentos cabeados, sugerimos uma reavaliação periódica dos cabeamentos e das conexões. Nos dois casos, percebe-se que o administrador precisa aproveitar ao máximo a tecnologia disponível.
  • É claro que, além do sistema de câmeras, é preciso prestar atenção na sua conexão com a rede externa. Não basta ter a IPCAM mais rápida e o melhor roteador se a sua rede for lenta. Nesse caso, temos duas sugestões para você. Se a sua empresa for pequena, considere fazer um upgrade na velocidade da sua Web – as operadoras costumam ter condições especiais para as organizações. Já para instituições de porte um pouco maior, se a demanda for realmente alta, vale a pena avaliar um link dedicado, feito direto com a prestadora de serviços de internet. Ele é mais caro, mas costuma ser muito mais rápido.
  • Invista em tecnologias com possibilidade de integração: nossa segunda dica para implantar uma solução de monitoramento via internet tem relação com a tecnologia. Para poder usar a câmera, é preciso contar com uma solução que receba as imagens geradas pelo equipamento. Algumas soluções mais voltadas para o consumidor final, por exemplo, contam com um software próprio para receber e transmitir os vídeos capturados. Porém, se você pretende investir em segurança no futuro, recomendamos fortemente que você compre um sistema integrado, que seja capaz de administrar as câmeras e os demais sistemas presentes no local.
  • Muitas soluções integradas disponíveis no mercado brasileiro já contam com interfaces online, o que já deixa o processo mais prático. Pense que o circuito de IPCAMs será um dos pontos monitorados pelo software. Se você vier a comprar um sistema de alarmes, por exemplo, ele também estará disponível na Web. Aos poucos, você incrementa seu sistema de segurança e mantém o acesso às informações na internet.
  • Cuide com a privacidade e o armazenamento das informações: a última dica tem relação com a segurança do seu sistema. O monitoramento com imagens online é prático, mas ele está sujeito a falhas técnicas. Se a conexão cair, você perde as imagens. Por isso, por mais que sua intenção seja manter um serviço via internet, não deixe de armazenar as imagens, nem que seja de algumas câmeras. Isso garante que, em casos extremos, as gravações não se percam completamente, garantindo a sua segurança (e do seu cliente).
  • Outro aspecto que você também deve levar em conta é a segurança jurídica do serviço. Se você vai usar um serviço de transmissão de imagens via web, é preciso informar para o cliente e para os colaboradores do que se trata o novo serviço, além de explicar quem terá acesso às imagens. Isso evita posteriores questionamentos na Justiça, tanto dos funcionários quanto dos parceiros.

E você, acrescentaria alguma dica para quem pretende investir em monitoramento de imagens via web? Compartilhe o seu conhecimento conosco e deixe suas impressões nos comentários.


Rastreamento veicular: um serviço que sua empresa pode oferecer


Rastreamento veicular: um serviço que sua empresa pode oferecer

Vamos mostrar por que vale a pena sua empresa oferecer esse serviço, onde e por quem ele pode ser utilizado.

Com o aumento do número de veículos circulando no país, as ocorrências de furto e roubo de automóveis vêm se tornando alarmantes. Segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), a frota de veículos no Brasil cresceu 119% em dez anos, e a tendência é de seguir aumentando. Com isso, cidades com grande circulação de veículos, como São Paulo, por exemplo, registram crescentes índices de roubos, como mostra a reportagem do Portal G1. A recuperação desses roubos é bem baixa. Uma medida de proteção e segurança tanto pessoal quanto corporativa que se destaca nesse contexto é o rastreamento veicular, tecnologia famosa no país a partir dos anos 2000 e que vem se tornando popular com sua redução de custo. Hoje vamos mostrar por que vale a pena sua empresa oferecer esse serviço, onde e por quem ele pode ser utilizado.

O rastreamento veicular funciona de maneira bem simples: um localizador é instalado dentro do carro e fica constantemente em contato com a central de segurança. O serviço pode ser oferecido tanto a pessoas físicas, que desejam proteger seu carro particular, quanto a empresas que possuem frotas para entrega, distribuição, transporte de carga, dentre outros. Em relação a um veículo particular, muitas vezes o que está em jogo é a vida do motorista e/ou do passageiro. Em casos de sinistro, o automóvel pode ser rápida e facilmente localizado pela central de segurança, o que determina uma ação mais ágil e eficaz das autoridades, evitando assim o “desaparecimento” do veículo, seu desmanche ilegal e evitando até tragédias maiores. Também vale lembrar o contratante que com o rastreamento veicular instalado, o valor do seguro do automóvel diminui consideravelmente.

O serviço também pode ser oferecido a empresas que necessitam acompanhar suas frotas para garantir que transitem em direção a seu destino de forma segura. Os sistemas de rastreamento veicular podem ser aplicados em diversas situações, tais como: controle da logística de carretas e caminhões; transporte público; máquinas agrícolas (sobretudo com a expansão da agricultura de precisão). Cabe reforçar para a empresa contratante que o rastreamento veicular não é um custo a mais, e sim um investimento em segurança, que pode gerar dados importantes para a mensuração de produtividade e da qualidade do produto ou serviço final ofertado. É possível, por exemplo, através de um banco de dados armazenado na central de segurança, checar o histórico da frota, o consumo de combustível, a quilometragem, os tempos de parada e a velocidade. Com esses dados, pode-se fazer uma análise geral dos percursos.

Diante de todas essas possibilidades e da alta demanda de mercado, o rastreamento veicular é um forte filão a ser explorado pela sua empresa, com forte apelo aos clientes nos quesitos proteção e segurança. O interesse de quem quer contratar será ainda maior se o serviço puder ser integrado com outras soluções de segurança.


4 dicas de tecnologias para uma central de alarme


4 dicas de tecnologias para uma central de alarme

Com o setor de monitoramento em expansão e novos produtos no mercado, como saber qual central de alarme escolher?

Atualmente, sabemos que muros altos não são mais suficientes quando a questão é segurança. A cada dia, mais pessoas estão em busca de conforto em seus lares para sua família e, para isso, muitas delas contratam serviços de empresas de segurança qualificadas para atender as suas necessidades. Mas com o setor em expansão e novos produtos no mercado, como saber qual central de alarme escolher?

De forma resumida, a central de alarme é para onde são enviadas todas as informações de sensores e controles, alertando sobre a emergência. Existem algumas caraterísticas que são essenciais em centrais de alarme para você comparar os serviços prestados.

Uma propriedade bastante importante é o sistema permitir a calibragem dos sensores. Quando a central está calibrada, falhas diminuem e o usuário passa a ter mais confiança no sistema, pois, assim, o alarme não será acionado se houver apenas uma rajada de vento, por exemplo. Também é necessário que a central esteja conectada com um software de segurança, com uma central de monitoramento externo, e que essa conexão seja 24 horas.

Outra propriedade interessante para as centrais de alarme é o particionamento. Consiste em dividir a central em X subcentrais independentes, cada uma ligada a alarmes diferentes. Esse recurso pode expandir as capacidades da sua empresa, aproveitando melhor o hardware usado internamente. Nesse caso, é importante contar com um software de monitoramento que saiba lidar com partições, tratando cada uma como uma central separada.

Por fim, uma central de alarme ideal deve contar com vários meios de comunicação com a sua empresa. Os mais comuns são GPRS, Ethernet ou Linha. Contar com os três pode ser importante para variar o meio de transmissão de dados.

Como existem diversos modelos de central de alarme, nosso objetivo com esse post é compartilhar nosso conhecimento. Ficou com alguma dúvida? Conte para a gente nos comentários abaixo.


O que é preciso saber antes de oferecer serviços de monitoramento


O que é preciso saber antes de oferecer serviços de monitoramento

É fundamental conhecer bem o seu público-alvo e sua capacidade interna. Uma sugestão que costumamos dar para os gestores é olhar para fora e para dentro da empresa.

Antes de oferecer serviços de monitoramento, seja de alarme ou combinado com imagens, é fundamental conhecer bem o seu público-alvo e sua capacidade interna. Uma sugestão que costumamos dar para os gestores é olhar para fora e para dentro da empresa.

Uma primeira etapa é olhar para fora da sua empresa. Mais especificamente, para os seus clientes atuais e possíveis clientes. Quem você atende hoje? Que tipo de serviço oferece? A oferta atual pode melhorar com o serviço de monitoramento? Quais verticais são estratégicas para o seu negócio? Quais as demandas desses segmentos? E, principalmente, que tipo de cliente você deseja ter?

Na parte interna, é preciso fazer uma análise da sua estrutura atual e ver quais serviços poderiam ser oferecidos com o pessoal e a tecnologia existente hoje. Em suma: o que eu ofereço hoje e que tipo de serviços ainda não podem ser prestados por falta de estrutura? Com essas respostas, é possível mapear as áreas críticas da sua empresa, definir um plano de ação para cobrir os gaps identificados e definir o investimento necessário para a execução dos serviços de monitoramento.

As duas provocações que fazemos acima servem para que você questione como está a sua empresa e para onde você quer levá-la com serviços de monitoramento. Afinal, há investimento em estrutura e pessoal envolvido e isso deve ser feito de forma calculada. Antes de tomar qualquer decisão, sugerimos que você ainda leve em conta dois aspectos:

– Regionalização de serviço: uma boa estratégia para iniciar o serviço de monitoramento é oferecer essa solução para clientes mais próximos, perto da sua sede ou em uma região pequena, bem determinada. Isso irá ajudá-lo a ter mais controle sobre os resultados, com a possibilidade de identificar e corrigir erros de forma mais rápida e assim evitar problemas nas próximas demandas. Com o decorrer do tempo e ganho de experiência e confiança, pode-se incrementar paulatinamente a área de atuação, em regiões mais distantes da sua sede.

– Tipos de tecnologia de monitoramento mais demandadas: é possível apurar na sua carteira atual de clientes – na qual você já possui um relacionamento de confiança estabelecido – quais tipos de tecnologia de monitoramento são mais indicados. Através dessa ação, você pode descobrir por exemplo que a combinação dos serviços de alarme e imagem são mais importantes do que a oferta de apenas um desses serviços isoladamente para a demanda atual, o que ajuda a priorizar investimentos.

E na sua empresa, como e por que você passou a oferecer serviço de monitoramento? Deixe seu relato nos comentários.


Como a inovação pode ajudar uma empresa de segurança privada


Como a inovação pode ajudar uma empresa de segurança privada

O Brasil possui cerca de 6,18 milhões de imóveis. Deste total, apenas 800 mil possuem algum tipo de monitoramento.

O mercado de segurança privada no Brasil, que engloba tecnologias em segurança eletrônica, está em constante expansão. Segundo balanço realizado pela Associação Brasileira de Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) em 2012, este mercado vem crescendo em média 11% nos últimos seis anos, sendo que 85% do consumo dos equipamentos são demandados pelo setor não-residencial. O mesmo estudo aponta que o Brasil possui cerca de 6,18 milhões de imóveis. Deste total, apenas 800 mil possuem algum tipo de monitoramento.

São dados que os gestores de empresas de segurança privada devem pensar na hora de ampliar a atuação no mercado, o leque de serviços oferecidos aos clientes e também na melhoria dos processos internos. Neste sentido, a inovação deve caminhar lado a lado em uma empresa de segurança privada. Os produtos e serviços disponíveis atualmente quando falamos em monitoramento eletrônico para segurança privada passam por uma notória evolução.

Com a ajuda de soluções inovadoras, uma empresa de segurança privada pode gerar melhores resultados e avançar ainda mais no mercado, além de oferecer um serviço de melhor qualidade ao cliente. Um exemplo de inovação é utilizar uma solução integrada para gestão das centrais de monitoramento, o que resulta em economia de tempo e concentração de esforços de segurança. Esta solução permite, através de uma única plataforma, fazer a gestão de monitoramento de alarmes, de vídeo, sistemas de localização por satélite e identificada de clientes por mapas interativos.

Além de melhorar os processos internos das empresas de segurança privada, a utilização de tecnologias inovadoras também tem reflexos no cliente final. Quando trabalha-se com câmeras de segurança, por exemplo, é possível entregar ao cliente um software em português que facilita o acesso do usuário, que pode acessar remotamente as imagens em tempo real por um celular em qualquer lugar do mundo. As imagens disponíveis ficam armazenadas em cloud computing.

Já quando falamos em sistemas de alarmes, hoje já é possível encontrar soluções com cobertura 24 horas, e o cliente pode receber mensagens instantaneamente para o celular quando o alarme for armado ou desarmado em sua residência. A tecnologia também pode ser utilizada para melhorar a gestão das equipes de segurança privada, que pode ser integrada a um software central, otimizando as operações.

E você, tem algum outro exemplo de inovação em segurança privada?
Nos envie seu depoimento.


Back up – Aplicação prática


Back up – Aplicação prática

O Backup é uma parte crítica e muito importante para os departamentos de TI das empresas.

O Backup é uma parte crítica e muito importante para os departamentos de TI das empresas. Este serviço se resume em uma rotina constante que é executada, na maioria das vezes em background, ou seja, é executada sem que ninguém fique sabendo.

Um boa rotina/plano de backup minimiza o downtime (tempo de indisponibilidade do serviço ou software), minimiza a sobrecarga e diminui a ocorrência de perda de dados.

Existem duas formas simples de se realizar um backup de um sistema: manualmente ou automaticamente. Manualmente custa tempo (homem/hora), recurso de máquina e precisa ser lembrando pelo técnico a cada iteração. Já da forma automática (mais utilizada) é realizada, como dito anteriormente, em background e automaticamente, pelo próprio sistema operacional ou software terceirizado em períodos pré-determinados.

Pode-se também aplicar a prática de backup utilizando um Cluster de alta disponibilidade, onde este é formado por um conjunto de computadores, que utiliza um tipo especial de sistema operacional classificado como sistema distribuído, podendo detectar erros e assumir o sistema por outra máquina do conjunto. Contudo, caso haja falha de energia este método pode sofrer perdas, devido ao conjunto pertencer a mesma rede.  Outra forma de se realizar backup de suas informações é utilizando o conceite de RAID (Conjunto Redundante de Discos Independentes), ou seja, pode-se utilizar dois ou mais discos para que um seja o espelho do outro, tendo assim sempre uma cópia das informações prevenindo perdas caso haja uma falha no disco. Entretanto, caso também haja uma falha de energia ou falha no servidor, podem ocorrer perdas.

Atualmente o próprio sistema operacional hoje utiliza técnicas para backup, como o “Shadow Copy” do Windows, que permite ao usuário restaurar suas informações, softwares e configurações até uma data definida.  As tarefas de backups são muito importantes, contudo, mais importante que realizar um backup é saber onde será armazenado. Indica-se guardar os backups dos seus dados em outra máquina de sua estrutura, hd externo/pen drive ou até na nuvem, tendo em vista o crescimento desta tecnologia e redundância que esta oferece, contudo é necessário gerenciar de forma correta o uso de sua banda de internet para que outros serviços que utilizam desta não sejam prejudicados. A verificação da integridade destes backups também é primordial para o sucesso de toda a operação.

Recomenda-se sempre ter um servidor reserva, seja ele virtual ou físico. Prepare uma imagem do sistema operacional e faça clones. No caso da virtualização, quando um desastre ocorre, basta que o servidor virtual seja refeito novamente (à partir de uma imagem ou clone). Já o servidor físico, é necessário ter peças reservas ou reativar um servidor antigo mas que ainda funciona, antecipe-se e deixe tudo pronto em caso de emergência.

Uma boa prática para que você não sofra com falta de espaço é, sempre que possível, reduzir o tamanho do seu backup retirando arquivos duplicados. Enquanto os usuários inserem informações no seu sistema e salvam na rede, o backup vai ficando cada vez maior. Além disto, deve-se estar atento à possibilidade de estar realizando backup de algo que já foi feito anteriormente e que não houve alterações, criando backups duplicados. Há soluções de backups que avisam e gerenciam isto, evitando a realização de backups duplicados.

Consulte sua TI, converse sobre o assunto e não deixe a surpresa atingir a sua empresa!