Mobilidade nas ordens de serviço: agilizando o processo de sua empresa e trabalho dos seus técnicos


Mobilidade nas ordens de serviço: agilizando o processo de sua empresa e trabalho dos seus técnicos

Uma maneira de dar informação para os seus colaboradores em ações externas é investindo em tecnologias de suporte.

Quando a sua equipe técnica faz um trabalho em campo, eles sabem quais tarefas precisam executar? É comum ver profissionais saindo para atender a uma demanda sem saber da próxima (ou nem se dar conta que há uma próxima). Uma maneira de dar informação para os seus colaboradores em ações externas é investindo em tecnologias de suporte. Neste post, falaremos sobre mobilidade nas ordens de serviço e comentaremos algumas vantagens dessa tecnologia. 

Uma organização geralmente trabalha com um sistema integrado de segurança para organizar as informações e gerenciar as ordens de serviço, mais conhecidas como OSs. A mobilidade nas ordens de serviço ocorre quando você cria um canal para o colaborador acessar e ler as informações das OSs fora do ambiente da empresa. Para isso, o funcionário pode usar um smartphone conectado à internet.

A ferramenta costuma funcionar da seguinte maneira: via web, um aplicativo acessa a central de segurança e lê as informações que forem necessárias. As demandas são visualizadas pelos técnicos em campo, apresentando todas as informações para o atendimento. Isso confere portabilidade, disponibilidade, controle e integração às ações externas.

Os sistemas disponíveis no mercado brasileiro costumam dar flexibilidade para os técnicos trabalharem com as ordens de serviço, proporcionando um atendimento rápido e eficaz, já que a OS pode ser encaminhada ao técnico a qualquer momento. Isso faz com que o técnico saia de casa direto para o serviço, sem precisar passar na empresa para coletar as OSs que precisa atender. A utilização desta ferramenta também diminui custos com impressão e facilita o controle das informações, já que todo processo feito pelo técnico é atualizado instantaneamente no sistema de segurança.

Em alguns casos mais avançados, o sistema móvel dá autonomia para que o técnico possa consultar e alterar as informações de endereço, usuários e zonas vinculados ao cliente atendido. Outro recurso interessante é a capacidade de consultar, em tempo real, se a programação realizada pelo colaborador foi recebida na central de monitoramento, sem que haja a necessidade de entrar em contato com os operadores para verificação. Por fim, também é possível tirar fotos da instalação ou manutenção feita no local e até coletar a assinatura através do próprio smartphone para que conste no laudo final e permaneça em registro da empresa.

Na sua empresa de segurança, você trabalha (ou pretende trabalhar) com mobilidade nas ordens de serviço? Deixe seu relato nos comentários e fomente essa conversa!


Quanto custa atrair e fidelizar um cliente?


Quanto custa atrair e fidelizar um cliente?

As estratégias para atrair novos clientes podem custar até 7 vezes mais do que o investimento em criar um bom relacionamento a longo prazo. Conhecer o real custo de um cliente é uma métrica importante para gestão financeira de uma empresa.

Manter a saúde financeira de uma empresa depende muito da habilidade do time comercial. Para atrair novos clientes, é comum investir em divulgação, material publicitário e até AdWords. Participar de feiras e eventos também aumenta a exposição da marca para públicos especializados. Mas qual será o retorno? Tudo isso será suficiente para transformar um cliente em um cliente fiel?

Atrair novos clientes não significa necessariamente fidelizá-los. Para 76% dos consumidores, a experiência de atendimento é decisiva para reconhecer o quanto a empresa se preocupa em mantê-los satisfeitos. E é com base nessa experiência que eles decidem se podem confiar e recomendar esta marca, e não outra.

Aumentar a base de clientes é a primeira iniciativa de muitas empresas, mas é preciso analisar alguns pontos

Qual é o custo de aquisição de um cliente para sua empresa? O Custo de Aquisição de cliente – CAC (Customer Aquisition Cost) pode ser calculado pela soma dos gastos em marketing e vendas em um determinado período dividido pelo número de clientes conquistados neste mesmo período. Ter em mente este número ajuda a tomar decisões: vale a pena manter a estratégia para atrair novos clientes ou optar por redirecionar o investimento para fidelização?

Já é consenso para o mercado: custa mais caro atrair novos clientes do que fidelizar os clientes conquistados. Além disso, investir em fidelização gera novas oportunidades de negócio com um mesmo cliente e pode transformá-lo em um influenciador direto da marca.

Para fidelizar um cliente, no entanto, é preciso acompanhá-lo durante toda experiência de relacionamento com a empresa. Um cliente fiel apresenta um nível de comprometimento muito maior do que no momento em que iniciou sua jornada de compra.

O esquema a seguir mostra o comportamento do cliente em relação a empresa, desde a situação de baixo comprometimento até o ponto em que ele se torna fiel:

Cada etapa de fidelização tem uma estratégia de abordagem diferente

A manutenção e a retenção dos clientes está relacionada principalmente à percepção do valor e à satisfação com o produto/serviço ou com seus atributos.

Por isso, enquanto o cliente ainda estiver apresentando “baixo comprometimento”, é mais eficaz apoiar estratégias que demonstrem o diferencial dos serviços da empresa. Cabe investir em comunicação, em dispositivos que facilitem o contato empresa-cliente e em pessoas qualificadas para comunicar as características do serviço e suas vantagens.

O tipo de abordagem muda para clientes fiéis. Quando o cliente estiver graficamente localizado em “fidelidade” é o momento de oferecer descontos, serviços específicos e outras vantagens exclusivas.

Ter uma estratégia completa de fidelização, portanto, retroalimenta a maneira como a empresa evolui o relacionamento com os clientes, melhora a qualidade na comunicação e impulsiona a abertura de novos negócios com um custo menor.

A Segware contribui para a fidelização dos seus clientes através do aplicativo My Security + Personalização. Saiba mais entrando em contato com nossos consultores.

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Três tipos de rastreamento que sua empresa pode oferecer


Três tipos de rastreamento que sua empresa pode oferecer

Separamos três tipos de rastreamento que sua empresa pode oferecer, ampliando a carteira de serviços e dando ainda mais segurança para quem lhe contrata.

Por mais que os esforços das empresas brasileiras de segurança sejam grandes, em alguns casos, não dá pra evitar: as intrusões geram roubos. E, para a pessoa que perdeu algum pertence, o impacto é enorme. Porém, algumas tecnologias podem ajudar a minimizar os danos e até recuperar o patrimônio. A principal delas – o rastreamento – é usada de várias formas, a depender da demanda do contratante. Por isso, separamos três tipos de rastreamento que sua empresa pode oferecer, ampliando a carteira de serviços e dando ainda mais segurança para quem lhe contrata. Seguem eles:

Rastreamento veicular: tecnologia famosa a partir da década de 2000, ficou muito popular no Brasil nos últimos três anos com a redução do seu custo e devido ao alto índice de roubo de carros no País. Para utilizar deste serviço, um localizador é instalado dentro do carro e fica constantemente em contato com a central de segurança. Em caso de sinistro, a central consegue apontar o local preciso onde está o pertence roubado, facilitando o trabalho das autoridades na recuperação do bem. Agregando valor à este serviço, outras funcionalidades podem ser realizadas, chamadas de telemetria: é possível identificar como o motorista conduz o carro, a qual velocidade e até saber se um caminhão misturador de cimento está girando sua carga para o lado correto em determinado momento. Outro grande diferencial é a possibilidade de enviar comandos para o carro remotamente, como corte do sistema de ignição ou bomba de combustível.

O Brasil conta hoje com empresas especializadas só em rastreamento veicular. Porém, vale a pena você considerar essa tecnologia na sua carteira de serviços, já que muitos contratantes costumam ter veículos. Cabe destacar que é possível aplicar esse sistema tanto em clientes pessoa física – no caso, em um carro particular – quanto em uma frota de uma empresa contratante.

Rastreamento de dispositivos móveis: mais recente que o rastreamento veicular é o uso de GPS, Glonass e demais tecnologias para mostrar o paradeiro de um dispositivo móvel como tablet ou smartphone. Esses equipamentos estão cada vez mais modernos e, com os recursos nativos que têm embarcados, já podem ser rastreados pela central de segurança.

Alguns modelos específicos de smartphone já contam com soluções de rastreamento, como os modelos da Apple. Sua empresa pode, por exemplo, ter acesso ao rastreador e usá-lo em caso de sinistro, tirando esse encargo do contratante. Em casos de dispositivos móveis sem rastreamento embutido, é possível instalar o serviço e cobrar por ele.

Rastreamento de demais objetos: além de carros e celulares, outros tipos de pertences também podem ser rastreados, como cofres. Porém, essa tecnologia é um pouco mais cara e exige a instalação feita por um profissional qualificado. Para viabilizar esse serviço, um rastreador externo é acoplado ao bem e é acionado em caso de sinistro.

Pergunte ao seu fornecedor de tecnologia se ele conta com alguma solução de rastreamento de bens – de preferência, uma tecnologia que converse com sua central integrada de segurança.


Saiba quais são os principais erros para escolha de um sistema de segurança


Saiba quais são os principais erros para escolha de um sistema de segurança

Gestores devem evitar falhas no manuseio de sistema de segurança. Estude cada solução, análise integração entre ferramentas, pense na armazenagem dos dados e faça capacitações.

Em um bom sistema de segurança, é importante integrar todas as tecnologias disponíveis em uma empresa. Alguns gestores acabam tendo dúvidas no manuseio de ferramentas desse porte e, por falta de esclarecimento, colocam a segurança de patrimônios e vidas em risco. Pensando nisso, produzimos este post com os principais erros cometidos por alguns players do nosso segmento.

O primeiro equívoco é desconsiderar as especificações técnicas no momento de contratar algum produto. Pode parecer muito elementar recomendar isso, mas o gestor deve estudar cada ferramenta antes de comprá-la e, principalmente, realizar testes. Isso vai garantir a plena integração de um circuito de alarmes, por exemplo, ao sistema de segurança escolhido. Caso haja alguma discordância, é válido considerar outra solução.

A necessidade de integração também é válida entre sistema de segurança e softwares internos utilizados pela empresa (sistemas de ERP para gestão da empresa, por exemplo). É comum que gestores deixem de avaliar a compatibilidade e encontre problemas ao rodar as soluções. Muitas soluções podem se equiparar no que diz respeito a funcionalidades, no entanto, integrações é um ponto importante que fará com que a escolha da sua empresa seja certeira.

Outro erro comum no uso de um sistema de segurança está relacionado à forma de armazenagem da solução e dos arquivos gerados por ela (imagens, gravações e outros arquivos que também devem ter uma política de backup). Se a sua empresa utiliza servidores internos, é necessário ter um cuidado redobrado para evitar falhas internas que ponham em risco a segurança dos clientes. É fundamental ter muito cuidado com esses PCs – não devem ficar expostos a ameaças internas como vírus e outras formas de intrusões. Lembre-se que existem empresas que desenvolvem o software de monitoramento que oferecem a solução em nuvem, com metodologia SaaS, que irá sanar este ponto.

Lembre-se que a economia para a escolha de uma solução que irá comportar toda a operação de monitoramento da sua empresa pode não ser uma boa estratégia, pois a “saúde” do monitoramento dos seus clientes e da sua empresa depende desta operação e da tecnologia que estará envolvida.

Por fim, falhas humanas também devem ser consideradas no manuseio de um sistema de segurança. Portanto, planeje capacitações periódicas entre o corpo de colaboradores da sua empresa de segurança – tanto antes de contratar uma nova solução, quanto qualificações de reciclagem e atualização de versões, por exemplo. Essa postura evita erros comuns de registro de eventos, além de uma série de outros exemplos de mau uso do software.

Baseado nestes pontos, como que você faz para evitar equívocos em seu software de monitoramento? Quais pontos você considera para escolher sua solução para monitoramento de alarmes? Compartilhe seu relato conosco pelos comentários!


Como a gestão de OS em empresa de segurança pode gerar economia


Como a gestão de OS em empresa de segurança pode gerar economia

Uma boa gestão de OS em empresa de segurança exige investimento em tecnologia de ponta. O sistema deve ser capaz de fornecer informações em tempo real e gerar informações relevantes.

Gerenciar equipes técnicas e, ao mesmo tempo, fazer o controle das ordens de serviço (OS) pela internet é o “calcanhar de Aquiles” de muitas empresas, principalmente aquelas inseridas em nosso mercado. Afinal, uma boa gestão de OS em empresa de segurança é capaz de gerar economia de recursos – objetivo de todo o gestor. Pensando nisso, seguem formas de realizar esse processo dentro de sua organização.

Escolha um sistema que forneça informações relevantes de cada OS

Para que a gestão de OS em empresa de segurança possa demonstrar benefícios, é fundamental que o gestor tenha em mãos um software adequado de gerenciamento. Esse sistema deve fornecer informações precisas de cada ordem de serviço, como localização, data e hora de agendamento, situação da demanda, informações relevantes sobre o cliente e o local, e responsável pelo chamado.

Esses são dados primordiais para que um atendimento técnico seja realizado com eficácia e, consequentemente, para que sua organização seja reconhecida pela assertividade no atendimento prestado. Também é importante escolher uma solução que permita a abertura, edição, execução, pausa e fechamento da OS em tempo real.

Invista em tecnologia de ponta para aprimorar o processo

Caso ainda não possua um sistema responsável pela gestão de OS em empresa de segurança, preste atenção nesta dica: a tecnologia é capaz de auxiliar tanto quem gerencia uma empresa, quanto quem se dedica à parte operacional. Portanto, pense grande quando for escolher um sistema de ordem de serviço.

Com base em nossa experiência de mercado, recomendamos soluções que permitam fácil integração aos demais recursos pré-existentes, além daquelas que estejam disponíveis na nuvem. Ainda que os custos sejam um pouco mais elevados, os benefícios fazem o investimento valer a pena: mobilidade no atendimento, maior agilidade e produtividade, redução de custos operacionais e, por fim, possibilidade de que o técnico confira em tempo real se os eventos gerados para teste foram recebidos na central de monitoramento.

Esta economia fica ainda mais evidente em grandes centros, onde o deslocamento é um problema constante. Ao substituir a OS em papel, no formato tradicional, pelo digital, é possível economizar tempo em deslocamento, permitindo atender mais ordens de serviço por dia.

Faça uma análise periódica dos relatórios de OS

Sistemas de gestão de OS em empresa de segurança permitem a visualização de relatórios de atendimento técnico, além do histórico de eventos de cada cliente. A análise desses dados é primordial para que a produtividade do seu negócio não seja comprometida. Nesse sentido, é possível dimensionar a capacidade de cada colaborador responsável por atender as OS’s e avaliar se está acima ou abaixo da média. O ideal para um bom atendimento é que haja equilíbrio na carga de trabalho.

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Quatro principais vantagens em se adotar uma solução de monitoramento de alarmes em nuvem


Quatro principais vantagens em se adotar uma solução de monitoramento de alarmes em nuvem

Inovações desenvolvidas recentemente podem influenciar diretamente nas soluções de monitoramento e gestão disponíveis no mercado.

O mercado de segurança costuma ser muito receptivo com as novas tecnologias, podemos ver como exemplo o rápido crescimento dos módulos GPRS e Ethernet, assim como a chegada e evolução dos módulos via Rádio. Por outro lado, temos também a chegada das câmeras IP’s e a evolução dos DVR’s para HD. Inovações desenvolvidas recentemente costumam influenciar diretamente nas soluções de monitoramento e gestão disponíveis no mercado.

Em uma outra frente, já pode ser encontrado no mercado soluções (softwares) para monitoramento de alarmes voltadas para nuvem, com metodologia SaaS (Software as a Service). Esses sistemas de segurança pela internet, contam com uma série de vantagens em relação às demais aplicações. Por isso, neste post, vamos apresentar o que é e como funciona uma solução de monitoramento SaaS em segurança.

Entre as vantagens dos sistemas de segurança pela internet, destacamos três:

1. Dispensa infraestrutura pesada: não é preciso contar com datacenters poderosos para usar uma solução em nuvem. Caso você tenha algum tempo de mercado, já pode ter vivenciado a época onde as empresas tinham seu próprio servidor de e-mail e a facilidade que hoje temos com os serviços da Google, com o GMail e Microsoft, com o Office 365 e Outlook. Contratando uma solução em nuvem, todo o processamento gasto com servidor está na empresa contratada. Basta você contar com equipamentos conectados à internet e a central está sob controle. Lembrando que ter uma conexão 24hrs com internet, hoje, é muito simples, visto que temos roteadores com entrada a chip/modem 3/4G!

2. Acesso em todos os lugares: com uma central disponível online, você não precisa ir até a base de operações para visualizar ou controlar a estrutura de segurança. Algumas soluções disponíveis no mercado permitem, inclusive, criar dois perfis de acesso: um para o usuário leigo, que deseja apenas ver a situação no local, e outro para o profissional, que pode ativar alarmes e movimentar câmeras;

3. Sistema flexível: você não precisa fazer um grande investimento inicial para apostar em sistemas de segurança pela internet. É possível começar com apenas algumas assinaturas – se o serviço se mostrar útil (e se o orçamento permitir), expanda o acesso para mais usuários, pessoas ou clientes. A elasticidade de um software em nuvem e na metodologia SaaS é muito boa para pequenas, médias e grandes empresas. Dessa forma, tanto para empresas que não têm condições de fazer um aporte muito alto no começo ou que queira reduzir custos com equipamentos/servidores robustos podem estar aderindo uma solução em nuvem;

4. Atualizações e Manutenções: chega de perder tempo com manutenções e atualizações do seu sistema desktop. Soluções em nuvem provém de atualização automática, sem comprometer sua operação. Assim você sempre obtém as novidades do mercado, sem precisar parar sua operação para aplicar atualizações ou patch com correções, sem citar janelas de manutenção e atualização do seu servidor, como o sistema operacional;

Se colocarmos em um papel, além de trazer comodidade, estes pontos também oferecem economia para a sua empresa. Pense em valores de energia, upgrade de servidor (memória, processador, disco, etc), manutenção de equipamentos, profissionais de TI ou terceirizados que estão gerando custos para sua empresa? E o valor que custa sua operação parada para uma atualização de sistema que leva de 10-20 minutos?

Os sistemas de segurança pela internet não são exclusividade do mercado externo. Os fornecedores brasileiros já contam com ótimas soluções em nuvem para todas as áreas. Consulte seu fornecedor e verifique se o mesmo disponibiliza soluções SaaS em nuvem e compare as vantagens!

Caso sua empresa já está utilizando ou experimento uma solução em nuvem, como foi a experiência de uso de uma solução de SaaS em segurança? Deixe seu relato nos comentários.


Como escolher uma central de alarme eficiente para sua empresa de segurança


Como escolher uma central de alarme eficiente para sua empresa de segurança

Processo de escolha de uma central de alarme envolve poder de calibragem dos sensores, conexão com software de segurança e comunicação entre patrimônio e empresa.

A preocupação com a segurança é prioridade de muitas empresas, residências e pessoas físicas. Essa realidade gera excelentes oportunidades de negócio para quem deseja investir na área. Com o segmento de segurança cada vez mais aquecido – principalmente devido aos múltiplos acontecimentos que tivemos no Brasil -, a escolha de uma central de alarme eficiente pode ser um desafio imposto a muitas empresas de segurança. Neste post, queremos explicar os principais atributos que esse sistema deve apresentar para, então, demonstrar todos os benefícios aos clientes.

É fundamental escolher um bom modelo de central de alarme. Afinal, é ela quem vai receber todos os eventos – de maneira automática – como sensores e controles instalados em um sistema completo de segurança. Toda emergência será comunicada ao hardware e essa agilidade na troca de informações é crucial para a resolução de sinistros.

O primeiro pré-requisito para uma central de alarme é a possibilidade de contar com múltiplos canais de comunicação, como: Linha Telefônica, Internet, GPRS/3G ou Rádio. Essa comunicação entre a central e o sistema gerenciado pela empresa de segurança garante proteção de 24 horas ao patrimônio. Além disso, trata-se de uma gestão automatizada e que age de maneira ágil e assertiva. Trabalhando com redundância na comunicação se faz necessário devido a importância de manter os sinais chegando na central de monitoramento.

Outro ponto que devemos levar em conta é a possibilidade de calibragem dos sensores. Somente dessa maneira é que poderão ser realizados ajustes conforme a necessidade – em determinadas áreas de uma residência, por exemplo, a precisão deve ser maior e, por isso, deve ser calibrada a sensibilidade do alarme a movimentos, calor ou ruído. No entanto, o aparato deve saber distinguir uma movimentação estranha de uma rajada de vento, por exemplo. Sistemas de alarme mais complexos e modernos já apresentam essas funções.

Outra recomendação é a escolha de uma boa bateria para manter a central de alarme sempre em funcionamento. Lembre-se de sempre realizar a troca e manutenção deste equipamento para não passar por surpresas fazendo com que o patrimônio do seu cliente fique sem comunicação com sua central de alarmes.

Por fim, lembre-se de escolher equipamentos de qualidade e, para isso, sempre consulte seu fornecedor local para se manter atualizado perante as tecnologias presentes no mercado e atualizações dos modelos escolhidos por sua empresa.

Ciente dessas orientações, sua empresa de segurança poderá escolher uma boa solução e ofertá-la sem receio aos clientes. Esses sistemas devem aumentar a agilidade e diminuir os custos para empresa, uma vez que tudo é gerenciado online, de maneira quase instantânea e há a emissão de relatórios digitalizados de todo o processo. Por fim, vale destacar a possibilidade de o consumidor final fazer o acompanhamento online das funções instaladas em seu patrimônio, o que agrega transparência e praticidade ao sistema.

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3 erros para não cometer em monitoramento eletrônico de alarmes


3 erros para não cometer em monitoramento eletrônico de alarmes

Listamos os 3 erros para não cometer em monitoramento eletrônico de alarmes, baseados nas situações mais recorrentes do mercado.

Um dos serviços mais demandados por clientes de empresas de vigilância é o monitoramento eletrônico de alarmes. Com uma estrutura bem instalada, é possível evitar intrusões e manter um determinado local seguro. Porém, observamos que alguns problemas recorrentes em várias empresas acabam interferindo no desempenho e, em alguns casos, aumentam as chances de sinistros. Para ajudá-lo a evitar esse tipo de situação, listamos 3 erros para não cometer em monitoramento eletrônico de alarmes, baseados nas situações mais recorrentes que vimos no mercado. Eles são:

  1. Calibração de sensores: um problema comum em em serviços de monitoramento de alarmes é o disparo fora de hora. Em alguns casos, uma ventania mais forte pode fazer com que uma cortina balance fazendo com que o sistema seja ativado. Essa situação geralmente ocorre quando não há uma calibração adequada do equipamento. Se ela não estiver bem ajustada, até pequenos animais podem gerar um desarme.

Para resolver esse problema é simples: faça a calibração periódica dos equipamentos que compõem seu sistema de monitoramento eletrônico de alarmes. Esse procedimento deve ser feito também de acordo com a aplicação do equipamento – instalações em locais abertos tem configurações diferentes de salas fechadas, por exemplo.

  1. Falta de treinamento no uso do sistema: uma pergunta que gostamos de fazer para os gestores, e que nem sempre tem uma resposta satisfatória é: seu time domina as ferramentas usadas internamente? As respostas variam entre “eles entendem” e “eles se viram”, mas são poucos administradores que afirmam com certeza que a equipe entende das soluções utilizadas. No caso do monitoramento eletrônico de alarme, é fundamental conhecer tudo que a solução é capaz de oferecer. Dessa forma, os colaboradores ficam mais bem informados – o que colabora para evitar sinistros – e erram menos.

A falta de treinamento só se resolve de um jeito: com capacitação. É importante manter uma política periódica de aulas para os funcionários novatos e reciclagens de conhecimento para os colegas mais experientes. Dessa forma, você aperfeiçoa seus profissionais e deixa-os aptos a trabalhar com as soluções usadas internamente.

A reciclagem também ajuda o funcionário a conhecer as novas funções da ferramenta utilizada. Com isso, ele pode aplicar novas práticas, tecnologias e metodologias do sistema de forma segura e correta na solução das ocorrências apresentadas no cliente.

  1. Uso separado do resto da central: o monitoramento eletrônico de alarmes é uma entre várias ferramentas tecnológicas que sua empresa pode ter. Porém, ele fica ainda mais eficiente quando é usado de forma integrada. Afinal, monitorar um alarme, rastrear um veículo e gerir um CFTV em uma única solução gera mais informações e assertividade da operação do usar três sistemas separados, em telas distintas e com procedimentos independentes.

Uma solução que vale a pena ser avaliada é o uso de um sistema integrado de segurança, capaz de trabalhar com todas as tecnologias usadas na sua central. Leve isso em conta ao aperfeiçoar suas soluções de monitoramento eletrônico de alarmes.

E você, acrescentaria algum erro na nossa lista? Deixe seu relato nos comentários!


Ainda há espaço para crescer na área de segurança privada?


Ainda há espaço para crescer na área de segurança privada?

Mercado de segurança privada impõe desafios as empresas. Para crescer, é fundamental saber investir nas soluções corretas para proteção patrimonial e pessoal.

De acordo com dados da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), existem no país aproximadamente 22 mil empresas de segurança eletrônica no país (2016), contabilizando mais de 2 milhões de empregos indiretos e 220 mil diretos. Ano após ano, o segmento apresenta progresso – crescimento médio anual de 9% nos últimos 5 anos. Frente à alta competitividade do mercado, oferecer proteção pessoal e patrimonial com qualidade torna-se um desafio aos gestores. Para diferenciar-se, empresas devem saber investir em soluções corretas e inovadoras.

O leque de produtos de uma instituição de segurança privada pode sempre crescer. Da mesma forma, o número de clientes que poderá ser atendido por essa empresa também é projetado. Afinal, novos serviços contemplam novos clientes. Atuar em diversas frentes no mercado de segurança pode ser o caminho para alcançar o “espaço” que sua empresa tanto almeja. Veja as nossas dicas:

Proteção pessoal

O desafio de oferecer esse tipo de serviço está relacionado à necessidade de estar em conexão direta com o segurado. Com o avanço das tecnologias móveis – como tablets e smartphones -, essa realidade ficou mais próxima das empresas de segurança privada dispostas a investir na inovação.

As soluções mais modernas e eficazes de proteção pessoal, ao mesmo tempo em que aproximam empresa e cliente, dão mais liberdade ao segurado. Isso acontece porque aplicativos de segurança pessoal são capazes de criar uma linha direta que, com um único toque, sinaliza um provedor de segurança em situações de emergência, pânico, coação ou até mesmo em ocorrências mais brandas – como a falta de gasolina em meio a uma rodovia.

Proteção patrimonial

A partir do início de 2016, vimos no Brasil um agravamento da crise econômica, trazendo como consequência uma maior sensação de insegurança por parte da população. Nesse sentido, as empresas de segurança privada devem saber aproveitar o momento e oferecer soluções que atendam a essa demanda. Soluções integradas de monitoramento de alarmes, CFTV, rastreamento de veículos e controle de acesso são recomendadas.

A oferta básica de serviços de monitoramento de alarmes que víamos até então, não é mais suficiente. A integração com uma solução de monitoramento de imagens aumenta a qualidade do serviço prestado pela empresa, agilizando o atendimento e reduzindo seus custos com deslocamentos desnecessários. Além disso, através dos aplicativos móveis, a empresa de segurança pode oferecer ao seu cliente o acompanhamento dos serviços realizados, alertando em tempo real diversas atividades na central do cliente, como por exemplo o horário e o nome do responsável pelo arme e desarme do painel de alarmes, tornando mais transparente a relação entre empresa e cliente.

Um outro tema que vem ganhando força nos dias de hoje é a Portaria Remota, solução esta que visa incrementar a segurança condominial, retirando o porteiro das guaritas condominiais onde se encontram vulneráveis e colocando-os em um local remoto para que possam desempenhar suas funções de forma totalmente segura. Os sistemas de gerenciamento remoto de acesso a condomínios, além de proporcionar mais segurança, geram economia que pode chegar à casa dos 50% com gastos de portaria. No entanto, esses produtos exigem uma infraestrutura preexistente nas residências, ou seja, é necessário um nível maior de maturidade da empresa fornecedora. Caso tenha se interessado pelo tema, não deixe de compartilhar suas ideias e comentários conosco.

Fique à vontade para compartilhar dúvidas e sugestões no espaço abaixo dos comentários.


Como funciona um CCTV e como ele pode ajudar sua empresa


Como funciona um CCTV e como ele pode ajudar sua empresa

Um sistema de CCTV é capaz de demonstrar inúmeros benefícios, mas deve ter qualidade de imagens, apresentar estratégia definida, além de ser integrado ao software de monitoramento.

Muitos patrimônios já utilizam câmeras na manutenção de sua segurança. No entanto, a garantia de efetividade de um CCTV (closed-circuit television, ou circuito fechado de TV) só acontece quando alguns pré-requisitos são cumpridos. Nesse modelo, as imagens captadas são gravadas – de forma contínua ou acionada por um evento – e gerenciadas por um sistema mais amplo de monitoramento. Além disso, existem ferramentas específicas nas próprias câmeras e também no software de monitoramento que geram inteligência a todo o sistema. Veja três especificidades que um sistema de CCTV deve apresentar:

Qualidade das imagens

Quando falamos em qualidade, não podemos nos fechar apenas em resolução de imagem. É essencial acompanhar as inovações permitidas pelos dispositivos e investir no que há de mais moderno: visão 360º, funcionalidade sem fio, capacidade de zoom maior, além da alta resolução. Tudo isso vai garantir o reconhecimento de uma pessoa ou de um bem – objetivos da instalação de um sistema de CCTV. No entanto, as imagens funcionam apenas como suporte e o que vai garantir um bom funcionamento de todo o sistema é a inteligência inserida na estratégia traçada.

Estratégia definida

Como em todos os casos, a estratégia de uso dos sistemas de CCTV tem início no planejamento e na integração. Além disso, ela também vai depender se a empresa vai aproveitar uma estrutura já instalada em um local (equipamento legado) ou investir em equipamentos próprios. De qualquer forma, a recomendação é que sejam adquiridas soluções compatíveis a cada tipo de ambiente – câmera com visão noturna para ambientes onde a luz é fraca, por exemplo. Dessa forma, o planejamento pressupõe conhecimento da estrutura e dos recursos a serem explorados.

Depois disso, é chegado o momento de garantir que todas as câmeras estejam conectadas ao restante do sistema de segurança. Afinal, é de extrema importância integrar soluções para realizar com assertividade toda a gestão da estrutura, centralizar esforços de segurança, além de evitar intrusões e sinistros.

Integração com software

Todas as imagens colhidas pelas câmeras instaladas devem ser gerenciadas por um sistema de monitoramento de imagens, que geralmente está conectado a um sistema de segurança mais amplo. Ou seja, o programa utilizado na sua empresa de segurança deve receber as imagens geradas por meio do acesso ao equipamento que disponibiliza as imagens, seja ele uma câmera IP, um DVR ou até um NVR. Esse tipo de software é essencial para o funcionamento de um bom sistema de CCTV. Caso contrário, haverá apenas a gravação das sequências de imagens. É importante escolher uma solução que suporte o acompanhamento do maior número de câmeras possível.

Nessas plataformas, ainda é possível administrar todo o cenário das operações – inclusive se o circuito fechado de TV estiver conectado a outros suportes, como alarmes. Nesse cenário, é possível ajustar a gravação das imagens mediante disparo do alarme. Além disso, em apenas uma interface, o funcionário da empresa de segurança pode fazer ajustes na estratégia implantada conforme a demanda.

Lembre-se que um bom sistema de CCTV pode economizar e muito os custos com deslocamentos. Para isso, sempre mantenha uma verificação proativa em todos os canais monitorados, realizando “Rondas Virtuais” em todos os seus clientes com este serviço, periodicamente. Este serviço agrega muito valor para você e seu cliente, visto que sua empresa estará constantemente verificando foco, posição e funcionamento dos canais/câmeras monitorados.

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Seis principais tecnologias que devem ser estudadas no momento de escolher uma solução de monitoramento


Seis principais tecnologias que devem ser estudadas no momento de escolher uma solução de monitoramento

Separamos as cinco funcionalidades mais populares dentro do mercado brasileiro e que, quase na sua totalidade, são capazes de funcionar em uma central integrada.

Uma empresa de segurança preocupada com a qualidade do serviço prestado tende a investir em um bom sistema de segurança que integre todas as tecnologias disponíveis. Porém, muitos gestores têm dúvidas sobre o tipo de soluções tecnológicas que podem ser usadas em uma ferramenta integrada desse porte. Para ajudá-lo nessa questão, separamos abaixo cinco funcionalidades mais populares dentro do mercado brasileiro e que, quase na sua totalidade, são capazes de funcionar em uma central integrada. É importante destacar que outros tipos de tecnologias que não estão nessa lista também são capazes de funcionar nos softwares mais modernos.

As tecnologias mais populares nos sistemas integrados de segurança são:

  • Circuito fechado de câmeras e monitoramento: Uma das tecnologias que se faz mais necessário hoje em dia no segmento de segurança é o CCTV. Este serviço é parte importantíssima de um sistema integrado para monitoramento de alarmes. Basta pensar que em uma mesma solução, você terá o monitoramento de todas as câmeras e alarmes de seu cliente. As principais ferramentas disponíveis no mercado brasileiro permitem integrar todos os canais (câmeras IP, DVR ou até NVR) de forma simples e fácil realizando, por exemplo,  gravações remotas e até geração de eventos sobre dispositivos sem comunicação.Para usar um sistema de CCTV em uma solução integrada, você precisa verificar se o software que você pretende contratar conta com um codec e drivers que decodifique as imagens geradas pelo seu equipamento de câmera. Muitas ferramentas costumam ler os formatos H.264, MPEG­4 e MJPEG, de fácil conversão.É importante destacar que cada uma de suas configurações de acesso (IP, Porta, Usuário e Senha) são tratadas de forma criptografadas e estão seguras dentro do software escolhido. Dessa forma, todas as imagens geradas pela câmera serão acessadas pela ferramenta e poderão ser armazenadas remotamente (na própria solução de monitoramento, por exemplo);
  • Alarmes: A tecnologia de monitoramento de alarmes resolve boa parte das demandas de segurança de uma empresa. Os alarmes podem ser acionados de forma automática, por sensores que detectam movimento, sensores magnéticos ou de fumaça, ou por meio de controles manuais, liberados por um agente na central de segurança.A configuração dos alarmes e dos dispositivos de acionamento, como sensores de movimento, são facilmente integráveis com uma central de segurança. As ferramentas disponíveis no mercado permitem uma fácil interação entre esses dispositivos, permitindo, inclusive, o acionamento remoto, tanto por parte da empresa de monitoramento, como pelo cliente final, através de aplicativos para Smartphone. Para isso, é imprescindível que sua solução lhe ofereça estas funções e benefícios.
  • Rastreamento e geolocalização: Com a evolução das tecnologias de segurança, os gestores passaram a contar com mais informações sobre os incidentes e tentativas de intrusão. Se antes era possível saber o horário de uma ocorrência, agora pode-se, inclusive, saber a localização de um bem com a ajuda de tecnologias de geolocalização.Como essas ferramentas trabalham com os sistemas padrão de geolocalização, como GPS e GLONASS, a integração delas com as centrais costuma ser muito mais simples. Os softwares têm condição de mostrar o ponto exato onde está um bem e, em alguns casos, pode até disparar um alarme ou até enviar comandos para o bem monitorado, como um carro por exemplo, para desligar ou obter dados de telemetria do veículo. Em outros casos, é possível monitorar um cliente através de um smartphone com GPS ativo oferecendo serviços de “chegada assistida” ou até atendimento de situações emergenciais.
  • Gestão de equipes: Além de tecnologias operacionais, que dão suporte às ações da empresa, muitas companhias investem em sistemas gerenciais, responsáveis por gerir a alocação de recursos e de pessoal. Essas soluções também podem estar integradas a uma central de segurança, o que dá ainda mais informações para as equipes.As soluções integradas de segurança permitem que você integre os dados gerados por softwares, como escalas de horários, relatórios de ocorrências e trânsito de viaturas. É possível usar essas informações com outros recursos integrados ao sistema, como: recursos de geolocalização para saber o paradeiro de uma viatura, por exemplo.Cabe destacar que algumas soluções integradas de segurança disponíveis no mercado contam com uma interface gerencial embarcada. Ou seja: o próprio software conta com recursos de gestão de equipes, sem a necessidade da contratação de um sistema externo. Considere essa possibilidade antes de contratar um software do gênero.
  • Portaria remota: A grande novidade do mercado nos últimos anos, o serviço de portaria remota cresce a cada dia e é muito importante que você ofereça este serviço integrado com sua solução de monitoramento de segurança. Algumas soluções hoje permitem toda a configuração da CPU que gerencia as entradas no condomínio de forma remota, assim como geração de credenciais de acesso para visitantes e lista de convidados. Neste segmento é muito importante contar com equipamentos e soluções integradas e de qualidade, pois ao juntar muitas soluções você pode ter sua operação prejudicada assim como situações de manutenções recorrentes e falta de integrações futuras.
  • Gestão de empresa: Por fim, porém não menos importante, empresas de segurança necessitam de um software de gestão financeira e de clientes específico para o mercado e que seja integrado com a solução de monitoramento. Tenha certeza que irá facilitar muito o seu dia a dia se você contar com tecnologia que possa automatizar o faturamento, habilitação de desabilitação de serviços, controle financeiro e reajustes de contrato, etc.Você encontra hoje softwares totalmente integrados que pode lhe oferecer este serviço totalmente sincronizado, onde todo o cliente gerenciado em uma plataforma, será também replicada para outra, de forma transparente para os usuários e setores responsáveis em sua empresa.

E você, gostaria de acrescentar alguma tecnologia a essa lista? Dê sua sugestão – escreva-a nos comentários.


Minha empresa está pronta para oferecer serviço de monitoramento eletrônico?


Minha empresa está pronta para oferecer serviço de monitoramento eletrônico?

Para oferecer o serviço de monitoramento eletrônico, é necessário estar disposto a investir em tecnologia, realizar treinamentos constantes e saber lidar com eventos de risco.

A cada dia surgem novas empresas especializadas no ramo da segurança. A utilização de vigilantes no âmbito comercial e até mesmo residencial, já foi mais comum. No entanto, com o passar do tempo e o avanço da tecnologia, tal serviço foi sendo substituído pelo monitoramento eletrônico.

Embora mais eficiente e barato, o monitoramento eletrônico traz uma complexidade maior ao ambiente de negócios do prestador de serviço, que deve estar preparado para esses desafios.

Neste post, apontamos três aspectos que devem ser observados:

Estar disposto a investir em tecnologia

Apenas mediante investimento em tecnologia se faz possível montar um programa de monitoramento eficaz. O sistema de segurança abrange não apenas os equipamentos que ficam na casa do cliente, mas também aqueles que compõe a central de monitoramento 24 horas. Nesse sistema, estão incluídos as centrais de alarmes, os diferentes tipos de sensores, câmeras, acompanhamento por imagens, aplicativos móveis, etc. É importante pensar nesses recursos de maneira integrada, a fim de proporcionar um total controle para a empresa e também permitir ao usuário o acesso remoto às informações. A plataforma de monitoramento utilizada pela empresa é o componente que irá integrar e orquestrar toda essa tecnologia e, portanto, merece uma atenção especial no momento da contratação.

Poder realizar treinamentos constantes

Ainda que a tecnologia seja crucial, é o corpo humano quem irá operá-la e tomar as decisões para as ações. Nesse sentido, é fundamental que os procedimentos operacionais sejam claros e que o gestor da empresa de segurança prepare seus funcionários para lidar com todos os componentes do sistema de monitoramento. Esses profissionais devem estar preparados para atender qualquer tipo de evento que o software da plataforma de segurança apontar e, principalmente, saber agir em casos de falhas ou quedas na comunicação entre o patrimônio e empresa de segurança.

Além disso, à medida que a tecnologia evolui, os colaboradores devem avançar junto. Daí a necessidade de se realizar treinamentos e capacitações com frequência. Dessa forma, além de preparados e capazes, eles se sentirão seguros de seu trabalho e prestarão um serviço melhor a seus clientes.

Saber lidar com eventos de risco

Em seguida, tem-se a necessidade de contar com um bom trabalho da equipe de Recursos Humanos. Esse departamento deve zelar pela qualidade de vida, conforto e preparo psicológico da equipe de operadores, do time de pronta resposta e dos demais profissionais expostos a riscos, para que eles saibam reagir bem a qualquer tipo de evento em que forem acionados. Conforme abordamos acima, os funcionários ainda são mais importantes do que a tecnologia de um sistema de monitoramento. Afinal, em uma situação de risco, serão eles que irão tomar as decisões relativas à ocorrência e colocar-se à disposição dos clientes da empresa de segurança.

Esperamos que esse post lhe ajude a saber se sua organização está pronta para investimentos em segurança. Caso tenha alguma sugestão, envie-nos um comentário!