5 dicas de eficiência para empresa de monitoramento eletrônico


5 dicas de eficiência para empresa de monitoramento eletrônico

Dedicar atenção permanente à eficiência é o principal segredo das maiores empresas de monitoramento eletrônico.

A busca incessante por eficiência em uma empresa de monitoramento eletrônico passa pela clareza sobre o seu negócio, pelo foco em escalabilidade, pela elaboração de processos inteligentes, pelo investimento na automatização da comunicação e por uma boa seleção de profissionais. Dedicar atenção permanente a esses pontos-chave é o principal segredo das maiores empresas de monitoramento eletrônico.

Eficiência é o meio correto de executar um trabalho, em curto prazo, com o menor número de erros. Como uma empresa de monitoramento eletrônico consegue incorporar esse conceito em sua cultura? As maiores empresas de monitoramento eletrônico têm em comum atenção dedicada aos seguintes tópicos:

Clareza sobre o negócio da empresa

A atividade de monitoramento de alarme e de câmeras de segurança ainda está sendo regulamentada no Brasil. Sem uma caracterização legal, é compreendida pelo mercado como uma atividade meio, isso significa que o técnico não é um policial e o monitoramento eletrônico não evita todo e qualquer ato criminoso.

Se a empresa de monitoramento eletrônico não inibe completamente qualquer ato criminoso no perímetro monitorado, então o que ela faz?

As taxas de sinistros em ambientes monitorados são baixas, representam em média menos de 10% do volume diário de eventos de disparo de alarmes. Além de atuar em conjunto com outras precauções para a inibição de delitos, o serviço de monitoramento consegue prover evidências e provas judiciais, no caso do monitoramento por imagem, mediar a comunicação entre a polícia e o cliente durante o registro da ocorrência, auxiliar o cliente com as providências necessárias após o sinistro e, em alguns casos, prover a restituição do bem cooptado.

Técnico atendendo uma chamada de sinistro na central de monitoramento. 

A comercialização objetiva dos serviços de monitoramento eletrônico incentiva o crescimento da empresa por meio da ampliação da oferta de serviços e da satisfação do cliente.

Foco em escalabilidade

Abrir uma empresa de monitoramento eletrônico sem projetar seu crescimento futuro pode incorrer em prejuízos, baixa lucratividade e até seu fechamento prematuro. A eficiência de uma empresa também é determinada pela escalabilidade do serviço que ela oferece.

Negócios escaláveis permitem o crescimento acelerado sem a necessidade de contratar novos funcionários para atender a demanda. Ao minimizar a dependência de mais contratações, a empresa faz com que sua receita cresça mais rápido do que sua despesa.

Uma empresa de monitoramento pode oferecer serviços exclusivos para um determinado nicho de mercado que procura por segurança e monitoramento 24/7, mas também pode oferecer serviços compartilhados, monitorando vários clientes em um mesmo intervalo de tempo. Com auxílio de alarmes e câmeras, é possível atingir um nível alto de eficiência em serviços compartilhados com a vantagem de serem comercializados a um preço mais baixo para o cliente final.

O cenário seguinte descreve um modelo de negócio escalável para empresas de monitoramento:

Uma empresa de monitoramento eletrônico inicia sua atividade com 6 operadores para monitorar 6.000 contas. Investe em melhores salários, infraestrutura e bem-estar, capacitação, softwares e soluções mobile, e sem precisar contratar novos funcionários consegue ampliar sua carteira de clientes para 14.000, e ainda ter espaço para crescer.

Para conseguir transformar um serviço de monitoramento eletrônico em um serviço de monitoramento eletrônico escalável é preciso investir em tecnologia e automatizar o maior número de processos possível.

Processos inteligentes

Em uma empresa de monitoramento eletrônico, cujo capital humano é ainda um recurso determinante para a atividade fim, criar processos inteligentes contribui para priorização do atendimento de ocorrências. É mais eficiente direcionar apenas as ligações pertinentes ao monitoramento à central, evitando que os operadores entrem em contato com clientes que desejam apenas esclarecer uma dúvida, realizar um teste ou que gostariam de contratar um novo serviço.

Estabelecer a triagem de ligações como uma etapa do processo de atendimento agiliza o tratamento de eventos prioritários, desafoga as linhas telefônicas da central de monitoramento e permite que a mesma equipe de operadores foque no monitoramento de um número maior de clientes.

As etapas mais comuns do processo de atendimento estão descritas no infográfico a seguir.

Infográfico: Eficiência no fluxo de atendimento em uma central de monitoramento

Todas as ligações externas chegam para a central de atendimento, o atendente abre um chamado descrevendo a situação relatada ao telefone, em seguida, o próprio atendente pode resolver o questionamento do cliente ou encaminhar o chamado para os operadores da central de monitoramento. A próxima etapa é definir um status para este chamado (“em aberto”, “finalizado”, etc.), descrever a solução no chamado para formar um histórico do cliente e, por fim, comunicar o cliente da solução. Caso a ligação seja transferida para a equipe de monitoramento, será o próprio operador o agente responsável por comunicar o cliente sobre a solução do seu questionamento.

Comunicação automatizada

Na década de 1990, antes da popularização dos computadores em empresas, a comunicação se dava basicamente entre pessoas. Os funcionários poderiam trocar informações presencialmente, via telefone/fax ou por cartas/telegramas via correio. Era possível contabilizar sem muita dificuldade todos os meios de comunicação disponíveis, imaginar que na outra ponta tivesse uma máquina capaz de interagir e responder era bem difícil.

Depois da automatização dos escritórios, o uso massivo do computador como ferramenta de trabalho alterou o modo como as pessoas se comunicam, e além, alterou os agentes neste processo de comunicação. Atualmente, para que uma empresa de monitoramento eletrônico tenha um modelo de negócios escalável é preciso diminuir os pontos de contato pessoa-pessoa e incluir dispositivos como aplicativos mobile e softwares integrados na rotina de técnicos, operadores e clientes.

Um cenário real de como esse novo processo de comunicação se realiza, com a inclusão de dispositivos eletrônicos e softwares, é descrito a seguir:

Um alarme é disparado em uma zona monitorada e em seguida o sinal da câmera é cortado. Automaticamente, o software de monitoramento cria um evento de disparo de alarme com CUC roubo e o coloca como prioritário na tela de monitoramento. Este evento aparece na tela do aplicativo do técnico que está na viatura com o pedido de deslocamento até o local para verificação da ocorrência.

Esse cruzamento de dados entre dispositivos, softwares e pessoas consegue eliminar a necessidade do operador ligar para o cliente e depois ligar para o técnico. Uma economia de tempo e de dinheiro.

Sala de descompressão: ambientes de lazer e relaxamento para os funcionários.

Implantar processos inteligentes, capazes de identificar falhas e desperdício de recursos, também contribui para manutenção do mesmo número de profissionais em uma empresa com serviço escalável de monitoramento eletrônico.

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Equipe de trabalho enxuta

Uma empresa de monitoramento eletrônico com modelo de negócio escalável precisa direcionar a maior parte de seus investimentos em tecnologia. É justamente a tecnologia que vai diminuir os pontos de contato entre pessoa-pessoa, o que aumentaria as despesas da empresa. Com a comunicação automatizada, ter uma equipe enxuta é consequência.

Contratar profissionais com boa formação, investir em capacitação e ambientes de relaxamento dentro da empresa aumenta a produtividade dos funcionários. Dessa forma, é possível expandir a área de cobertura dos serviços da empresas para outras localidades mantendo o mesmo número de profissionais.


Descubra como funciona o CFTV via câmeras IP


Descubra como funciona o CFTV via câmeras IP

O CFTV via câmera IP é realizado à distância e preserva na nuvem todas as imagens captadas pela câmera mesmo depois de ter sido danificada.

O CFTV via câmera IP é realizado à distância e tem a vantagem de preservar na nuvem todas as imagens captadas pela câmera mesmo depois de ter sido danificada. Ao contrário da câmera analógica, que armazena as imagens em um cartão de memória em seu interior, a câmera IP salva as imagens diretamente na internet. As imagens captadas ficam preservadas e podem ser analisadas, em tempo real, pela central de monitoramento, situada em qualquer cidade. A câmera IP também opera com tecnologia de compactação para transmissão das imagens, driblando os eventuais problemas com internet lenta.

A implantação de um circuito fechado de televisão (CFTV) em um determinado perímetro depende de alguns requisitos, entre eles, definir se será analógico ou digital. Isso implica na escolha direta do tipo de câmera, de acordo com o modo de operação e armazenamento das imagens. Tecnologia anterior e mais comum no mercado, o CFTV analógico utiliza câmeras analógicas que se conectam com aparelhos DVRs através de cabos para transmissão das imagens. Já o CFTV digital utiliza câmeras IP que se comunicam diretamente com computadores da central de monitoramento através da Internet. Isso significa que é possível operar qualquer câmera IP remotamente, trocar o ângulo, aplicar zoom, habilitar áudio e controlar uso de luz infravermelha para uso noturno, por exemplo. Além disso, a câmera IP salva diretamente na internet as imagens captadas, o que elimina o risco de perda de imagens se a câmera for danificada. O acesso às imagens através da internet também pode ser compartilhado com mais de um dispositivo. É possível que tanto a central de monitoramento quanto o smartphone do cliente acompanhem as imagens em tempo real.

Qualidade da imagem no CFTV via câmera IP

No CFTV digital, a qualidade das imagens geradas parte da HDTV (720p/1080p) até 4K, o que permite o monitoramento mais detalhado através das imagens. Com uma resolução muito superior à resolução do CFTV analógico, o CFTV digital permite a identificação de objetos suspeitos ou ausência de objetos, edição e tratamento das imagens, reconhecimento facial ou de placas de veículos, por exemplo.

Diferença de resolução entre câmera analógica, à esquerda, e câmera IP, à direita.

Uma imagem em alta definição também melhora a captura de cenas com movimento. Na câmera analógica, que trabalha com varredura entrelaçada, o objeto em movimento será visualizado com a imagem tremida, na câmera IP, no entanto, será visualizado de forma nítida. A tecnologia de varredura progressiva é que permite a nitidez na captura da imagem. Além da resolução superior, a câmera IP é um equipamento em constante evolução. Tecnologias de compressão e de transmissão de imagem pela internet estão cada vez mais avançadas, permitindo que imagens de alta qualidade sejam recebidas na central de monitoramento mesmo com uma velocidade mais baixa de conexão com a internet.

A instalação do CFTV via câmera IP é mais fácil

Ter uma infraestrutura para rede IP já é realidade para maioria dos estabelecimentos comerciais e residenciais. Com isso, a instalação de um CFTV via câmera IP onde já exista essa infraestrutura torna o trabalho mais simples e rápido. A câmera IP não necessita de um cabo específico para alimentação elétrica, já que consegue suprir a energia necessária para o seu funcionamento através do próprio cabo de rede IP. Dessa forma, se houver redundância na rede elétrica também será aplicada para a câmera IP. Outra possibilidade é o uso de câmera IP wi-fi, que dispensa os cabos de ethernet e de energia elétrica (alimentação via bateria).

O gerenciamento de eventos em um CFTV via câmera IP

As imagens geradas pelo CFTV via câmera IP, quando monitoradas, chegam pela internet para os computadores da central de monitoramento e são processadas através de um único software. O CFTV digital dispensa a utilização de drives e softwares específicos para cada modelo de câmera, um único software de monitoramento por imagem integrado ao software de monitoramento de alarmes é capaz de tratar todos os eventos.

Há pelo menos três tipos de gerenciamento de eventos com o uso de imagem:

• Gravação 24/7, as imagens são constantemente capturadas e salvas em arquivos com extensões diferentes. Os arquivos são criptografados para restringir o acesso apenas a pessoas autorizadas e unicamente através do software de monitoramento.
• Gravação por detecção de movimento, as imagens são capturadas apenas em determinados horários quando é identificado movimento em determinada barreira.
• Gravação por evento, quando um evento de disparo de alarme chega para o software de monitoramento de alarme, este automaticamente envia um pedido ao software de imagem para iniciar a gravação daquela zona onde ocorreu o disparo de alarme. A gravação é encerrada quando o evento de disparo de alarme é finalizado.

O software de monitoramento de imagem também alerta quando as câmeras do CFTV estão sem internet, desligadas ou sem bateria. A integração entre os softwares de monitoramento de alarme e de monitoramento de imagem consegue cruzar a chegada de um evento de disparo de alarme com o desligamento de uma câmera. Dessa maneira, um novo evento é gerado para o deslocamento tático até o local da ocorrência.

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Absenteísmo na empresa de segurança: como resolver


Absenteísmo na empresa de segurança: como resolver

Uma equipe bem integrada é pré-requisito essencial para uma boa empresa de prestação de serviços em segurança.

Uma equipe bem integrada é pré-requisito essencial para uma boa empresa de prestação de serviços em segurança. Quanto mais afinado o grupo estiver, melhores serão os resultados. Porém, em nosso contato com o mercado, observamos que algumas questões recorrentes entre as companhias ajudam a acabar com esse espírito de união interna. Uma das principais é o índice de faltas – indicador que pode apontar problemas muito sérios nos seus trabalhos, diminuindo a credibilidade da empreas de segunraça perante seu cliente. Neste post, mostraremos algumas orientações e dicas para resolver o absenteísmo na empresa de segurança. 

O absenteísmo é uma questão que permeia todos os departamentos e prejudica a empresa como um todo. Por definição, ele considera todas as faltas dos colaboradores com ou sem justificativa explícita. Isso é importante de ser destacado, pois ausências geradas por problemas de saúde ou pessoais, legalmente justificadas, também estão dentro deste indicador. Porém, aqui também entram os colaboradores que não comparecem ao trabalho por negligência ou falta de comprometimento – dois casos que devem ser observados de perto pelos gestores. No nosso segmento, isso pode ocorrer, por exemplo, com colaboradores que trabalham no período da madrugada.

Diante do absenteísmo na empresa de segurança, cabe ao gestor pensar em uma solução para contê-lo (ou mesmo eliminá-lo). A primeira coisa a se fazer é destrinchar esse indicador. Descubra onde estão os casos mais críticos e em quais dias da semana e horários eles ocorrem. Existe algum padrão nessas faltas? A questão está mais aguda em algum departamento específico? Isso pode ajudá-lo a segmentar suas ações para resolver o problema.

Se, nessa sua análise, você detectar que as faltas concentram-se em algumas pessoas, vale a pena colocar a área de Gestão de Pessoas no circuito. Eles poderão se aproximar destes colaboradores e conversar sobre a questão, auxiliando com possíveis soluções.

A sua análise do absenteísmo na empresa de segurança também pode indicar que as faltas são endêmicas em um setor específico. Será que aquele departamento não está com uma carga de trabalho muito pesada? A escala de trabalho praticada lá dentro é satisfatória ou vale a pena reestruturá-la? Se o problema está localizado, algo deve ocorrer lá dentro – vale a pena conferir antes que a questão se alastre pela sua companhia.

Após tentar todas essas medidas, você pode investir em uma última ação para reduzir o absenteísmo na empresa de segurança. Ou melhor: em uma série de ações voltadas para os colaboradores. É possível contar com campanhas de integração e ações de engajamento para virar esse jogo e melhorar os resultados. O setor de Gestão de Pessoas pode organizar, por exemplo, um evento para todos os colaboradores. Afinal, uma empresa com um bom clima organizacional costuma ter índices menores de absenteísmo.

E você, tomou alguma atitude específica para reduzir o absenteísmo na sua empresa? Compartilhe conosco a sua experiência!


Por que você deve ter receptor GPRS nas soluções de rastreamento


Por que você deve ter receptor GPRS nas soluções de rastreamento

GPRS vem do termo em inglês General Packet Radio Services, que significa Serviço de Rádio de Pacote Geral. O GPRS é a evolução do sistema GSM.

Antes de falarmos porque as soluções de rastreamento devem ter receptor GPRS, vamos explicar rapidamente o que é GPRS. A sigla vem do termo em inglês General Packet Radio Services, que significa Serviço de Rádio de Pacote Geral. O GPRS é a evolução do sistema GSM, e a tecnologia aumenta as taxas de transferência já existentes antes.

O principal diferencial é que o sistema GPRS realiza a transmissão de dados por pacotes, o que acarreta uma taxa de transferência muito mais elevada e mais rápida.

A função principal do GPRS é comportar o tráfego de dados para que a rede telefônica seja conectada à internet. Na área de segurança, o serviço permite o rastreamento em tempo real, tornando o monitoramento mais completo. Um receptor GPRS possui ainda a capacidade de memorizar as rotas e posteriormente emitir relatórios sobre o trajeto feito pelo veículo.

Este serviço traz também vantagens econômicas, como a redução de custos. Antes com o GSM, a tarifa era calculada por tempo de conexão. Com o GPRS, o cálculo será feito com base na quantidade de dados transmitidos. Ou seja, mesmo que a empresa passe 24 horas conectada, se não utilizar o serviço, não precisará pagar por isso.

De forma resumida, ter um receptor GPRS nas soluções de rastreamento só causa benefícios para a empresa. No momento, esta é uma boa opção de serviço disponível no mercado.


Boas práticas em gestão de clientes de segurança


Boas práticas em gestão de clientes de segurança

Uma boa gestão de clientes de segurança envolve a oferta de diferentes produtos, apoio de soluções tecnológicas, análise de relatórios e perfil ativo do departamento de RH.

Nós falamos com frequência aqui nosso blog sobre modelos de gestão e dicas de tecnologia para aprimorar os serviços prestados por uma empresa de segurança. Afinal, em um segmento que cresce cada vez mais, é essencial estar atento à necessidade de mudanças. Portanto, destacamos agora, algumas boas práticas em gestão de clientes de segurança para que a sua empresa possa observar bons resultados.

Apresentar diferentes opções de produtos ao cliente

É interessante que uma empresa de segurança possa oferecer a mais variada gama de equipamentos aos clientes. Trata-se de todo o tipo de equipamentos – câmeras, alarmes, sensores, softwares e etc. Produtos de vídeo monitoramento e sistemas de controle de acesso são os destaques da segurança eletrônica e o gestor deve trabalhar pela oferta dessas ferramentas – não só no momento da contratação, mas ao longo de todo o serviço prestado.

Ter disponíveis soluções tecnológicas

Para complementar o tópico anterior, alguns softwares podem ajudar bastante a gestão de clientes de segurança. Esses sistemas apresentam panoramas completos da infraestrutura instalada como, por exemplo, em patrimônios prediais, sejam eles comerciais, industriais ou residenciais. Além disso, estas soluções monitoram, apontam erros e tornam o trabalho mais automatizado e assertivo como um todo. Esse aspecto é fundamental para empresas que possuem uma grande carteira. Assim, não é necessário ficar contratando pessoal a cada novo cliente – o investimento em um software é relativamente capaz de suprir essa demanda.

Gestão estratégica por meio da análise de relatórios

Em nosso ramo, entregar somente o “feijão com arroz” não basta. É necessário inovar sempre e, para isso, o gestor de uma empresa de segurança deve ter uma estratégia para cada cliente atendido. Nesse sentido, você pode se basear em relatórios de atividades fornecidos por softwares específicos para empresas de segurança. Esse documento é repleto de dados importantes que, após uma interpretação mais analítica, é capaz de apontar gargalos e novas possibilidades de atendimento.

Outra solução que agrega valor para tomada de decisão dentro das empresas é o Bi (Business Inteligence) que eleva o nível de informações e dados para outro patamar, oferecendo informações como: qual região existe um maior número de disparo? Qual dia do mês ocorreu o maior número de atendimentos de um determinado evento? Mediante a estas e vários outros pontos que são possíveis de obter, sua gestão poderá estar tomando decisão de negócio para melhor “saúde” e rentabilidade de sua empresa.

Incentivar um perfil ativo do RH

Para se ter uma gestão de clientes de segurança assertiva, é imprescindível contar com o apoio dessa área. É necessário que esses profissionais realizem investimentos em recrutamento, capacitações frequentes e, principalmente, zelem pela qualidade de vida da equipe. A reciclagem de conteúdo e conhecimento é imprescindível para manter o time engajado com as boas práticas e objetivos da empresa.

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Por que é importante treinar colaboradores em empresas de segurança privada


Por que é importante treinar colaboradores em empresas de segurança privada

Treinar colaboradores em empresas de segurança privada é essencial para manter um nível de serviço adequado e gerar melhores resultados.

Melhorar o desempenho dos colaboradores é uma preocupação constante para gestores de empresas de segurança. Várias técnicas podem ser usadas: aferição de desempenho, criação de metas, campanhas de engajamento, entre outras. Porém, uma questão que costumamos observar nas instituições do gênero é que poucas delas costumam apostar em capacitação interna. Acreditamos que treinar colaboradores em empresas de segurança privada é essencial para manter um nível de serviço adequado e gerar melhores resultados. 

Treinar colaboradores em empresas de segurança privada significa, de certa forma, repassar o conhecimento que sua instituição já armazena sobre produtos, processos e serviços internos. É importante dar essa base para colaboradores, que podem ser de dois perfis:

Novos colaboradores: as pessoas que entram em uma empresa de segurança precisam conhecer os softwares usados internamente e as dinâmicas internas. Esses cursos admissionais são importantes para que sua equipe “fale a mesma língua” – ou seja, dominem a linguagem técnica e saibam usar as ferramentas.

Colaboradores atuais: uma política que poucas empresas de segurança levam em conta é a organização de cursos de reciclagem e atualização de colaboradores com muito tempo de casa. Essas ações devem ter foco em novos sistemas de segurança, boas práticas e melhorias na gestão da instituição.

Geralmente, observamos que esses dois públicos costumam receber palestras com alguns temas específicos:

Instalação: cursos que buscam repassar os padrões de instalação, quais estruturas são usadas, que ferramentas serão necessárias, quanto tempo deve levar a operação e qual é o resultado que deve ser apresentado ao cliente. Coordenadores de áreas técnicas e funcionários da área de instalação devem receber esse treinamento obrigatoriamente antes do início dos trabalhos e de tempos em tempos para reciclagem.

Operação: o equipamento está instalado – agora é preciso operá-lo. Nessa etapa, é fundamental que os seus funcionários conheçam todos os recursos do sistema para gestão de segurança, analisar bem as imagens geradas pelas câmeras, além de gerar e interpretar relatórios sobre aquele serviço específico. Investir nessa capacitação ajuda a extrair o máximo que a ferramenta pode oferecer e também contribui para a redução de erros na sua empresa.

Outros assuntos podem ser abordados nos seus treinamentos. Porém, investir em capacitação da equipe, além do caráter educativo, tem um aspecto motivacional. Afinal, uma equipe que recebe investimentos em educação tende a se sentir mais valorizada pela empresa, gerando um engajamento pela marca.

Na sua empresa, você costuma apostar em treinamentos de que tipo? O resultado é interessante? Deixe seu relato nos comentários.


Como a computação em nuvem simplifica a infraestrutura de uma empresa de monitoramento eletrônico


Como a computação em nuvem simplifica a infraestrutura de uma empresa de monitoramento eletrônico

Os custos iniciais com infraestrutura de TI para quem está abrindo ou ampliando uma empresa de segurança eletrônica são grandes e consomem quase todo o orçamento. A resposta para reduzir este impacto está em um novo paradigma de prestação de serviços de recursos computacionais.

Até os anos 2000, o maior desafio das empresas de tecnologia era proporcionar o acesso à internet para o maior número de pessoas. Com a chegada da internet das coisas, no entanto, além de pessoas, qualquer dispositivo eletrônico pode estar online, captando dados e enviando para servidores de aplicação. Isso provocou um aumento exponencial no volume de dados a serem processados, tal conjunto massivo de dados leva o nome de Big Data.

A necessidade de processar o Big Data exigiu mais performance dos servidores, e uma maneira de garantir a performance foi através do processamento em grid, em que é possível executar processos através de computadores distribuídos localmente ou geograficamente. A IBM, por exemplo, incentiva a participação de voluntários a World Community Grid, uma comunidade de pessoas que cedem seus computadores, quando estão ociosos, para ampliar os recursos computacionais de pesquisas científicas sobre saúde e sustentabilidade.

É diante desse contexto, que inclui Big Data e processamento em grid, que se desenvolve a computação em cloud (na nuvem). O conceito de computing cloud é quase tão antigo quanto o próprio computador, mas foi a partir de 1997, com Ramnath Chellappa, que passou a representar um novo modelo de negócio para soluções de serviços computacionais através da Internet.

A Amazon, uma das maiores empresas de Web Services Cloud, define o serviço no seu site como:

A computação em nuvem é a entrega sob demanda de poder computacional, armazenamento de banco de dados, aplicações e outros recursos de TI por meio de uma plataforma de serviços de nuvem via Internet com uma definição de preço conforme o uso.

Tal contexto de desenvolvimento tecnológico e a fundação de empresas de Web Services Cloud impulsionaram a criação de um novo modelo de comercialização de softwares, o modelo SaaS (Software as a Service). Sai de cena a ideia de licença para entrar o conceito de assinatura. Agora, você assina o software pelo tempo que precisar, para quantos usuários quiser e com a demanda de processamento de dados adequada para sua empresa. Também não é mais necessário adquirir computadores de alta performance, muito mais caros, para atender uma demanda inicialmente pequena.

Quando você assina um software de monitoramento eletrônico na nuvem, sua empresa se protege de problemas com manutenção e troca de servidores, mantém o sigilo dos dados através da criptografia de ponta a ponta, e elimina a necessidade de suporte para infraestrutura. O software na nuvem apresenta vantagens que simplificam totalmente o início – ou a abertura de novas filiais – de uma empresa de monitoramento eletrônico, por dois fatores:

O poder do processamento de dados é multiplicado

O maior impacto do processamento em grid é reduzir os custos para processar um conjunto massivo de dados rapidamente. No lugar de um supercomputador, com uma potência de processamento gigantesca, entra a combinação do poder de processamento de vários computadores, ligados em rede, para executar um alto número de tarefas simultâneas com alta performance.

Assim, quando ocorre um pico de tráfego de dados no sistema, o poder de processamento aumenta para que todas as tarefas iniciadas sejam concluídas sem travamentos. Para a empresa de segurança eletrônica, isso significa que todos os eventos de arme e desarme de alarmes, no começo ou no final do dia (maior número de eventos simultâneos), serão processados com a mesma performance pelo sistema.

A atualização do software é fluida e contínua

O software instalado em uma rede interna de servidores demanda um cronograma de atualização que, invariavelmente, inclui a indisponibilização do serviço para os usuários por um determinado tempo. Quando o software de monitoramento eletrônico está na nuvem, a empresa não precisa mais mobilizar seus funcionários para elaborar o cronograma de atualização e nem interromper o serviço para os seus clientes.

A Segware também desenvolve soluções para serem hospedadas na nuvem. O Sigma Cloud é o único software de monitoramento eletrônico na nuvem integrado com Sigma Image Monitoring, Web Alarme e My Security. Saiba mais entrando em contato com nossos consultores.

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3 dicas para aumentar produtividade de colaboradores em empresa de segurança


3 dicas para aumentar produtividade de colaboradores em empresa de segurança

Dicas para aumentar a produtividade de colaboradores em empresas de segurança, aplicáveis em organizações de todos os tipos.

ara aumentar o engajamento da equipe em empresas de segurança, é possível investir em algumas práticas simples que, somadas a uma política de gestão de pessoas consistente, pode melhorar o clima interno e influenciar nos resultados da empresa. Por isso, separamos 3 dicas para aumentar a produtividade de colaboradores em empresa de segurança, aplicáveis em organizações de todos os tipos.

Nossas sugestões são:

Investir em treinamento: só é possível aumentar produtividade de colaboradores em empresa de segurança se eles estiverem plenamente conscientes do seu papel dentro da organização. Nesse processo, todos precisam conhecer bem suas tarefas e executá-las da melhor maneira possível. Daí vem a importância de investir em treinamento e atualização contínua para seus colaboradores. A capacitação deve estar focada em dois pontos. O primeiro deles é a formação básica dos novos colaboradores. Depois, é preciso pensar em programas de atualização para as equipes que já estão na sua organização. Colaboradores bem munidos de informação produzem mais e melhor, evitando desperdícios no processo.

Escolher tecnologias de fácil uso: quanto tempo você já perdeu procurando uma função em um software específico? Pense que, no nosso segmento, poupar segundos é fundamental. Por isso, acreditamos na importância da interface amigável para softwares de apoio à segurança. Na hora de optar por uma solução, vale a pena pensar em uma ferramenta que seja fácil de usar. Se o sistema é mais intuitivo, há menos chance de erros e perda de tempo, o que influencia diretamente no trabalho dos colaboradores.

Criar ações de integração: por fim, uma pergunta simples, mas que nem toda empresa faz. Você conhece todos da sua equipe? O contato e a integração com os demais colegas estimular o colaborativismo, fator importante para dar mais agilidade aos processos. Para ajudar nesse ponto, vale a pena pensar em confraternizações com todo o time, como uma festa para os aniversariantes do mês, por exemplo.

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5 motivos para integrar seu sistema de alarme a um sistema de monitoramento por imagem


5 motivos para integrar seu sistema de alarme a um sistema de monitoramento por imagem

Apesar da crise econômica, o mercado de segurança eletrônica segue emplacando crescimento superior a 10% nos últimos três anos.

Apesar da crise econômica, o mercado de segurança eletrônica segue emplacando crescimento superior a 10% nos últimos três anos. Mercado aquecido também significa aumento de concorrência, por isso investir em novos serviços e evitar desperdícios são ações essenciais para manter a competitividade da sua empresa.

De acordo com a legislação brasileira, nenhuma empresa de segurança eletrônica pode enviar funcionários armados para um imóvel suspeito de ter sido violado, justamente porque não poderá interferir no transcorrer do evento, mesmo que seja caracterizado um sinistro. Quando ocorre um disparo de alarme, uma unidade volante se desloca para o local do evento com o objetivo de realizar uma conferência externa. Normalmente, são observados sinais de arrombamento, movimentação de pessoas dentro do imóvel, barulhos, entre outras pistas. Essa observação externa, no entanto, só é viável quando as características do imóvel permitem. Um imóvel na cobertura de um prédio, por exemplo, não consegue passar por esse tipo verificação. Para esse cenário, é recomendado um sistema de monitoramento por câmeras.

Como nem todas as empresas de segurança eletrônica possuem sistema de monitoramento por imagem, muitas deixam de atender clientes com grande potencial de serviços, como escolas, bancos, condomínios fechados, apartamentos e coberturas, centros comerciais. Essa desvantagem tem um impacto grande na projeção de crescimento da empresa e também na qualidade dos seus serviços.

Além de impulsionar a empresa para a abertura de novos negócios, um sistema de monitoramento por imagem permite:

1. Atrair e fidelizar clientes

Amplie sua oferta de serviços adicionando Chegada Assistida e Ronda Virtual. A Chegada assistida consiste no acompanhamento do cliente através das câmeras de segurança localizadas no perímetro delimitado pelo cliente até sua chegada em segurança na residência, já a Ronda Virtual é um recurso interessante para central de monitoramento, porque exibe em sequência o mosaico de imagens de cada cliente por um determinado tempo nos monitores, dispensando até mesmo a ronda presencial. A integração com aplicativo de celular, outra vantagem, também contribui para fidelização de clientes.

2. Reduzir desperdícios 

Elimine o tratamento de ocorrências de alarme falso e seus custos com ligação, deslocamentos, gasolina, desgaste com viaturas, horas de trabalho subutilizadas e dê prioridade para quem realmente precisa da sua proteção.

3. Diminuir o tempo de reação a eventos 

Acompanhe em tempo real as imagens geradas pelas câmeras do perímetro, perceba uma situação de risco e aja rapidamente. Acelere o início do tratamento do evento, o cliente se sentirá mais seguro se uma ocorrência for identificada e encerrada com agilidade.

4. Prevenir sinistros

Monitore o perímetro 24h por dia para identificar cenas suspeitas que incluem comportamentos estranhos, objetos abandonados, carros estacionados e o que mais colocar em risco a segurança física ou patrimonial do cliente.

5. Ganhar inteligência remota
Agregue ao sistema de monitoramento de imagem outras soluções de automação remota, como monitoramento de sensores e acionamento de iluminação combinado com câmeras IP, abertura e fechamento de portas, cortinas de expositores e portões, entre outras aplicações.

A Segware oferece o Sigma Image Monitoring como solução em monitoramento eletrônico por imagem. Ficou interessado? Nossos consultores aguardam seu contato.

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