3 erros de eficiência corrigidos a partir do BI (Business Intelligence)

A utilização de um software capaz de ler e interpretar os dados gerados pela operação de monitoramento consegue prover subsídios reais para tomada de decisão do gestor.

Na gestão de uma empresa de monitoramento eletrônico, algumas queixas são comuns como o alto custo da operação com viaturas, ligações, equipamentos e até mesmo com alguns tipos de perfis de clientes. A utilização de um software capaz de ler e interpretar os dados gerados pela operação de monitoramento consegue prover subsídios reais para tomada de decisão do gestor. Números que conseguem mostrar onde está o problema com perda de eficiência e que, por consequência, apontam para possíveis soluções. Nesse sentido, o BI (Business Intelligence) é uma aplicação que pode mostrar ao gestor problemas com logística de viaturas, identificar os picos de atendimento e seus principais motivos e, também, evidenciar falhas de equipamento através do acompanhamento das ordens de serviço.

O conceito de Business Intelligence (BI) pode ser entendido como a utilização de variadas fontes de informação para se definir estratégias de competitividade nos negócios de uma empresa.

O modelo de negócio das empresas de monitoramento atuais já conta com aplicativos mobile e monitoramento via câmeras IP. Isso porque, o consumidor atual busca por conectividade e eficácia, sem deixar de lado um preço competitivo pelo serviço.

Justamente para manter o preço atraente para o consumidor, as empresas de monitoramento têm buscado aprimorar seus processos internos e incorporar tecnologias que aumentem a eficiência da operação de monitoramento. O objetivo é reduzir os custos da operação e aumentar a rentabilidade para continuar garantindo um serviço de excelência. No entanto, como identificar com precisão os pontos de fragilidade da operação? É preciso analisar o conjunto de dados gerados pelos softwares envolvidos no monitoramento. Para esta análise estratégica, a ferramenta de BI atende a demanda, porque coleta todos dados e realiza o cruzamento entre variáveis importantesindicadores que impactam diretamente no processo de tomada de decisão.

Luiz, CEO da Segware, entende o BI não como uma ferramenta para conseguir mais clientes para empresa de monitoramento, pelo contrário, o BI consegue, inclusive, mostrar que atender determinado cliente pode não compensar financeiramente para a empresa de monitoramento. Isso tem um motivo muito claro, a despesa que este tipo de perfil de cliente gera é muito maior do que a receita que ele traz para a empresa. Essa disparidade pode ocorrer por diversos problemas, frequente deslocamento de viatura para cobrir disparos de alarme em falso ou projetos de segurança mal instalados (sensores de baixa qualidade também contribuem para isso), por exemplo.

“O BI é um poderoso aliado na varredura por pontos de fragilidade na operação de monitoramento. O cruzamento dos dados coletados pelo Sigma, e demais aplicações, consegue informar o gestor onde exatamente está o problema, principalmente com gastos desnecessários.”

– Luiz Henrique Bonatti, CEO da Segware.

Veja, a seguir, três problemas comuns à operação de monitoramento que podem ser identificados pelo BI.

O BI pode apontar problemas com logística

É bem lógico afirmar que a qualidade da informação possível de ser visualizada e extraída do BI depende da robustez do software utilizado para a operação de monitoramento. Se o seu software controla poucas variáveis, a visibilidade dos processos internos da sua empresa também será reduzida. Por outro lado, se você tem à disposição uma ferramenta completa e integrada a outras aplicações que coletam diferentes dados em diferentes fontes, os dados podem fornecer subsídios para tomada de decisão, justamente porque conseguem apreender muito melhor a realidade da central de monitoramento.

Por isso, o BI precisa estar integrado às aplicações utilizadas na empresa, a especialização neste caso é fundamental para coleta dos dados e composição dos indicadores.

Sigma Intelligence, a ferramenta de BI do ecossistema de soluções da Segware, consegue, por exemplo, identificar os clientes com maior número de eventos de alarme por localidade (geográfica). Com essa informação visível, é possível determinar uma nova rota para as viaturas. E, a partir disso, remanejar o recurso para o lugar mais próximo possível de onde ele será mais utilizado.

Identificar picos de atendimento é mais fácil com o BI

Com o aumento do número de contas monitoradas, o gestor passa a perceber que existem situações que se repetem com frequência. Logo, um problema pontual se transforma em uma preocupação real para o andamento da operação na central de monitoramento.

Nesse momento, identificar os picos de atendimento e suas principais causas é possível através de uma aplicação de BI.

No Sigma Intelligence, é possível evidenciar a origem do problema dos picos de atendimento, por clientes, por eventos e dentro de um período, para criar um indicador de fragilidade da operação. A qualidade da informação extraída depende de regras de negócio bem definidas no software. Por exemplo, traçar uma tendência de pico de atendimento apenas realizando a média de ocorrências/eventos em uma determinada hora pode não refletir a realidade, já que o contexto de um domingo de manhã é bem diferente do contexto de uma segunda-feira no mesmo horário. O volume de eventos também varia em função do dia de semana, de dias específicos do mês (feriados, por exemplo) e de excepcionalidades (previstas ou não).

Critérios bem definidos para a criação de indicadores determinam a confiabilidade da informação, o quão próxima à realidade da central ela consegue estar.

A partir daí, é possível, inclusive, determinar quais clientes geram maior número de ocorrências, entender que tipo de ocorrências são e ponderar se os custos que elas apresentam ficam abaixo da receita gerada por tais clientes.

Assim, com uma ferramenta adequada de BI, o gestor consegue identificar e tratar as causas possíveis dos picos de atendimento, servindo, inclusive, de oportunidade para automatizar ao máximo a comunicação entre os envolvidos na operação de monitoramento.

O BI coloca em evidência o principal motivo de problemas técnicos

Problemas técnicos podem ser uma das causas de picos de atendimento na central. Falha na comunicação entre dispositivos (sensores e painéis) com o software de monitoramento, em geral, provocam uma enxurrada de eventos.

Sigma Intelligence consegue indicar os problemas mais comuns apontados nas ordens de serviços, munindo o gestor sobre a qualidade dos equipamentos e da instalação do projeto de segurança no local monitorado.

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