3 erros para não cometer em monitoramento eletrônico de alarmes

Listamos os 3 erros para não cometer em monitoramento eletrônico de alarmes, baseados nas situações mais recorrentes do mercado.

Um dos serviços mais demandados por clientes de empresas de vigilância é o monitoramento eletrônico de alarmes. Com uma estrutura bem instalada, é possível evitar intrusões e manter um determinado local seguro. Porém, observamos que alguns problemas recorrentes em várias empresas acabam interferindo no desempenho e, em alguns casos, aumentam as chances de sinistros. Para ajudá-lo a evitar esse tipo de situação, listamos 3 erros para não cometer em monitoramento eletrônico de alarmes, baseados nas situações mais recorrentes que vimos no mercado. Eles são:

  1. Calibração de sensores: um problema comum em em serviços de monitoramento de alarmes é o disparo fora de hora. Em alguns casos, uma ventania mais forte pode fazer com que uma cortina balance fazendo com que o sistema seja ativado. Essa situação geralmente ocorre quando não há uma calibração adequada do equipamento. Se ela não estiver bem ajustada, até pequenos animais podem gerar um desarme.

Para resolver esse problema é simples: faça a calibração periódica dos equipamentos que compõem seu sistema de monitoramento eletrônico de alarmes. Esse procedimento deve ser feito também de acordo com a aplicação do equipamento – instalações em locais abertos tem configurações diferentes de salas fechadas, por exemplo.

  1. Falta de treinamento no uso do sistema: uma pergunta que gostamos de fazer para os gestores, e que nem sempre tem uma resposta satisfatória é: seu time domina as ferramentas usadas internamente? As respostas variam entre “eles entendem” e “eles se viram”, mas são poucos administradores que afirmam com certeza que a equipe entende das soluções utilizadas. No caso do monitoramento eletrônico de alarme, é fundamental conhecer tudo que a solução é capaz de oferecer. Dessa forma, os colaboradores ficam mais bem informados – o que colabora para evitar sinistros – e erram menos.

A falta de treinamento só se resolve de um jeito: com capacitação. É importante manter uma política periódica de aulas para os funcionários novatos e reciclagens de conhecimento para os colegas mais experientes. Dessa forma, você aperfeiçoa seus profissionais e deixa-os aptos a trabalhar com as soluções usadas internamente.

A reciclagem também ajuda o funcionário a conhecer as novas funções da ferramenta utilizada. Com isso, ele pode aplicar novas práticas, tecnologias e metodologias do sistema de forma segura e correta na solução das ocorrências apresentadas no cliente.

  1. Uso separado do resto da central: o monitoramento eletrônico de alarmes é uma entre várias ferramentas tecnológicas que sua empresa pode ter. Porém, ele fica ainda mais eficiente quando é usado de forma integrada. Afinal, monitorar um alarme, rastrear um veículo e gerir um CFTV em uma única solução gera mais informações e assertividade da operação do usar três sistemas separados, em telas distintas e com procedimentos independentes.

Uma solução que vale a pena ser avaliada é o uso de um sistema integrado de segurança, capaz de trabalhar com todas as tecnologias usadas na sua central. Leve isso em conta ao aperfeiçoar suas soluções de monitoramento eletrônico de alarmes.

E você, acrescentaria algum erro na nossa lista? Deixe seu relato nos comentários!