Gravar 24/7: como driblar os desafios de infraestrutura e sigilo?


Gravar 24/7: como driblar os desafios de infraestrutura e sigilo?

O modo de gravação 24/7 e seus principais desafios: o armazenamento, a conexão com a internet e a confidencialidade dos registros.

Em outro artigo, mencionamos como a gravação por detecção de movimentos pode ser útil em horários alternativos para ambientes com alta circulação, como é o caso de vitrines de lojas no período da noite e da madrugada.

Neste, vamos abordar o modo de gravação 24/7 e seus principais desafios: o armazenamento, a conexão com a internet e a confidencialidade dos registros.

Resolvendo as questões de infra para gravar 24/7 (memória e tráfego na rede)

Imagens em alta resolução exigem uma infra melhor de armazenamento e transmissão. Para armazenamento, você pode adquirir um storage HD e multiplicar o poder dos seus servidores de imagem.

Os storages armazenam dados através de uma conexão via rede e podem ser conectados a servidores expandindo sua capacidade.

Já para lidar com a questão da transmissão, uma alternativa é ajustar a resolução das imagens para a capacidade de banda de internet contratada. Isso significa que imagens em hd levarão muito mais tempo para serem transmitidas com uma internet de baixa velocidade.

A saída, portanto, está em reduzir a qualidade da imagem ou contratar uma internet mais rápida. Se o projeto de CFTV requer imagens 100% nítidas, como é o caso das fornecidas pelas câmeras IP, o ideal é investir em um link dedicado de internet via fibra óptica. Assim, você garante que não haverá travamentos.

Sigilo das gravações 24/7

Para resolver esta questão, verifique se o seu software VMS possui a funcionalidade de permissões associadas a perfis de usuários. Assim, você pode configurar o momento e o trecho da gravação em que o operador terá acesso.

Dependendo do VMS, você também pode configurar permissões por câmera. Em uma fábrica com ambientes monitorados, por exemplo, você pode definir que o operador não tenha acesso à câmera da sala de projetos, mas que possa visualizar as imagens da produção.

A questão do sigilo para gravações 24/7 é importante, geralmente, mencionada em contrato. Da parte da empresa de monitoramento, quanto mais adaptabilidade oferecer, melhor será para o acordo comercial.

Você está interessado em ler mais sobre tipos de gravação? Temos outros dois artigos que explicam como funciona a gravação por detecção de movimentos e a gravação de imagens por eventos.


Gravar por detecção de movimentos: quando e como configurar?


Gravar por detecção de movimentos: quando e como configurar?

Como incorporar mais eficiência à operação e melhorar a qualidade final do serviço

O videomonitoramento apresenta inúmeras vantagens para a empresa e para o cliente final. A redução de custos e a possibilidade de ver o local monitorado incorpora mais eficiência à operação e, consequentemente, melhora a qualidade final do serviço.

O desenvolvimento de programas capazes de captar dados a partir das imagens certamente irá impulsionar a adoção total deste tipo de monitoramento nos próximos anos.

Um dos atrativos para a empresa de monitoramento é a versatilidade na forma de captar as imagens. Com um software VMS, para gerenciar as imagens com inteligência, você pode escolher entre outras opções a gravação por detecção por movimentos. E é exatamente sobre este tipo de gravação que falaremos aqui.

Quando gravar por detecção de movimentos?

Esta opção é ideal para monitorar ambientes com baixa circulação de pessoas ou em horários alternativos.

A vitrine de uma loja no centro da cidade, por exemplo, recebe inúmeros visitantes durante o horário comercial, mas depois que a loja fecha, à noite e de madrugada, a circulação diminui e a incidência de sinistros aumenta. Não é necessário manter a câmera ligada o tempo inteiro. Para poupar espaço no HD e tornar o monitoramento mais eficiente, a melhor escolha é gravar por detecção de movimento.

Isso significa que se a câmera da vitrine, neste exemplo em questão, capturar algum movimento, vai começar a gravar e vai avisar seu operador de que houve alguma movimentação naquele local. Para reduzir o número de alarmes falso, é possível ajustar a sensibilidade do movimento. Movimentos sutis como o de uma mosca voando na frente da câmera poderão ser ignorados. Tudo isso faz parte da configuração deste tipo de gravação que você realiza no seu VMS.

Vitrine de loja de empresa de telefonia arrombada durante à noite. Fonte.

Como configurar a câmera e o VMS para gravar por detecção de movimentos?

Para quem ainda não oferece o serviço de videomonitoramento, pode parecer um tanto difícil realizar a configuração dos equipamentos. Mas na verdade é uma sequência de passos, o que é preciso definir com antecedência é se o tipo de gravação escolhido realmente combina com o tipo de monitoramento necessário para o local.

A detecção de movimento aumenta o processamento do servidor de gravação das imagens. Por isso, uma boa opção é realizar a detecção de movimento em um perfil de mídia de resolução mais baixa. Dessa maneira, poderá haver a gravação de imagens em resolução alta e a detecção de movimento em uma resolução baixa. Quanto menor a resolução utilizada para a detecção de movimento, menor será o processamento utilizado. Essa característica está presente no Sigma Image Monitoring.

Para habilitar este tipo de gravação, basta selecionar o perfil de mídia e configurar o sensor de movimento.

Há dois estilos de iniciar a gravação por detecção de movimento, a Início/Fim e a Instantânea. Se você configurar apenas a notificação de início de movimento e não configurar a notificação de fim de movimento, quando a câmera reconhecer movimento, a sua gravação será iniciada, mas nunca irá parar. Já com a detecção instantânea, presente na maioria dos modelos de câmeras, a câmera irá enviar uma notificação assim que o mo imento iniciar e subsequentes notificações enquanto o movimento continuar.

Essa forma de gravação também pode ser ajustada para continuar gravando as imagens por um período selecionado de tempo. Assim, você consegue ter acesso às cenas após o disparo.

Este texto conseguiu tirar suas dúvidas sobre gravar por detecção de movimentos? Continue lendo sobre outras formas de gravação em outros dois artigos, Gravar 24/7: como driblar os desafios de infra e sigilo? e Gravar as imagens só quando o alarme dispara vale a pena?.


8 dicas de gestão para quem é novo no ramo de monitoramento


8 dicas de gestão para quem é novo no ramo de monitoramento

Como evitar erros, traçar metas e atingir com maior assertividade o sucesso no seu novo negócio.

Abrir uma empresa de monitoramento eletrônico, geralmente, não é uma tarefa realizada por quem não tem nenhuma experiência na área. É comum que ex-funcionários de empresas de segurança privada ou de equipamentos de segurança eletrônica se tornem empreendedores.

A antiga função demandava conhecimento técnico, mas nem sempre de gestão de negócios. Por isso, uma das queixas mais comuns feita por quem abriu uma empresa de monitoramento recentemente é como fazer a empresa dar lucro.

O lucro é consequência de um conjunto de fatores. Saber gerir o negócio evita que a empresa feche as portas no primeiro ano, gera valor de verdade para os clientes, mas também é preciso estudar a região a ser atendida, as necessidades do perfil de consumidor, os altos e baixos da economia.

O primeiro ano é desafiador. Você precisa aprender e absorver muitos conselhos teóricos e práticos. Para te ajudar nesta etapa, com uma leitura útil e rápida, fizemos esta lista com 8 dicas de gestão para quem é novo no ramo, confira!

#1 Tenha uma reserva financeira pessoal e mantenha sempre as contas separadas

Este conselho é do Sebrae e ele tem total razão para insistir no assunto. O segmento de monitoramento eletrônico tem um dos maiores custo de aquisição de cliente, isso significa gastar bastante para ter um cliente que só vai se pagar ao longo do tempo. Fidelizar clientes, portanto, é fundamental para garantir o retorno sobre o investimento.

Mas como mensurar todos esses indicadores se junto com a compra dos equipamentos de central de alarme e câmeras você coloca a mensalidade da escola das crianças ou a prestação do carro? Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa bem diferente.

Deixe seu orçamento doméstico completamente fora do orçamento da empresa. Nunca pegue todo lucro proveniente do mês, para continuar existindo com uma saúde financeira sustentável, toda empresa precisa de investimentos recorrentes.

#2 Crie um negócio consistente desde o primeiro dia

Seu negócio é prover monitoramento de ambientes domésticos, empresariais e industriais. Se você começa a vender equipamentos ou tem a intenção de vender seguros para casa e objetos de valor, é melhor repensar qual é o seu objetivo. Leia a legislação para entender o que você pode ou não pode agregar no seu serviço.

#3 Tenha comprometimento com seu negócio

Pode soar contraditório, mas algumas pessoas se tornam empreendedoras e acreditam que irão trabalhar menos. Não é verdade! Você vai precisar de uma dose extra de dedicação e constância na sua rotina. E aqui vale a expressão “é o olho do dono que engorda o gado”, se você quer fazer sua empresa prosperar, precisa estar comprometido com ela.

#4 Tenha metas e objetivos a curto, médio e longo prazo

Se você não sabe aonde quer chegar, qualquer caminho serve! Por isso, para gerir o seu negócio e ter permanência no mercado, é preciso traçar um plano com objetivos para os próximos 3 meses, para o próximo ano e para os próximos 3 anos.

#5 Não tenha medo de falhar

Mas falhe rápido. Esta é a cultura no Vale do Silício, região no estado da Califórnia que concentra startups do mundo todo e grandes empresas como a Google.

Mais importante do que falhar rápido é aprender com seus erros. Um empreendedor de sucesso precisa ter autocrítica constante e enxergar a realidade. Deixe a vaidade de lado, pois ela não irá contribuir para a lucratividade da sua empresa.

#6 Não espere pela oportunidade perfeita

Não fique esperando aquela oferta arrasadora para comprar equipamentos e softwares. Planeje seus custos, o quanto você vai conseguir cobrar de mensalidade dos seus clientes e invista no que você precisa para atendê-los com excelência.

Utilizar painéis de má qualidade ou câmeras internas para projetos de CFTV externos para economizar é uma péssima estratégia. Sua empresa é nova no mercado, qualquer sinal de má qualidade no serviço fará com que você demore muito mais para recuperar a credibilidade.

#7 Crie suas próprias oportunidades

Participe de feiras e eventos sobre segurança na sua região. Tenha uma equipe de vendedores ativa, esteja presente nas redes sociais, mas sobretudo conquiste a confiança através de indicação.

Ofereça um serviço atrativo para um conjunto de vizinhos em bairros residenciais ou em balneários, para empresas com filiais ou franquias, e até mesmo indústrias que precisam de um parque completo de CFTV. A dica aqui é ser proativo.

#8 Seja reconhecido pela sua qualidade

Uma empresa recém-criada precisa disputar espaço no mercado com outras que já conquistaram credibilidade e confiança.

Treine seus vendedores e atendentes para ouvir o que o consumidor tem a dizer e indicar a melhor solução, inclusive a de não serem parceiros.

Isso significa que se você não tem estrutura ainda para atender uma grande universidade, você precisa recusar naquele momento e trabalhar forte para dar conta de oportunidades como esta no futuro.

Aceitar um cliente grande sem ter condições ainda para isso pode ser um super problema, desde prejuízos financeiros (porque ele pode cancelar o negócio daqui a 2 meses!) até problemas judiciais por falha no serviço prestado.

Quer continuar aprendendo mais sobre gestão? Continue lendo o artigo Quanto custa atrair e fidelizar um cliente?


Automação via PGM: ideias para painéis e novos serviços


Automação via PGM: ideias para painéis e novos serviços

Dicas para iniciar hoje o serviço que é a tendência do amanhã com mais esta funcionalidade do My Security.

Nos painéis ou centrais de alarme existem uma ou mais saídas PGMs, mas o uso dessa possibilidade ainda é pouco frequente.

PGMs são saídas programáveis nos painéis que permitem o acionamento de dispositivos elétricos como lâmpadas, motores, fechaduras elétricas, entre outros.

Com a automação via PGM, você pode pensar, inclusive, em dar uma sobrevida aos painéis analógicos, adicionando uma placa para conexão direta com a internet.

Dependendo da central de alarme, você também consegue ligar um refletor, portão elétrico e outros aparelhos pelo telefone.

Na prática, e geralmente, você vai precisar usar relês de 12V com corrente de saída nas PGMs para suportar os aparelhos, uma configuração relativamente simples.

Depois da instalação, a função pode ser acessada por aplicativo. O My Security, app destinado ao cliente final da Segware, contempla esta funcionalidade, permitindo o acesso remoto ao acionamento dos dispositivos instalados, confira:

Como mostramos, essa nova funcionalidade coloca sua empresa em contato com a automação residencial, uma área que tende a crescer e se unir, inclusive, com a área de segurança eletrônica patrimonial.

Em um outro vídeo, gravamos o essencial sobre automação e como começar a conhecer essa tecnologia. Afinal, as empresas que começam a se familiarizar com as tecnologias do futuro, agora, saem na frente.

Uma forma de rentabilizar desde já esta funcionalidade é apresentá-la aos seus clientes como um serviço adicional ao pacote mensal que eles já assinam. Você pode planejar o repasse dos custos com a instalação e um acréscimo para garantir a manutenção.

Quer conhecer melhor como começar a utilizar essa funcionalidade? Entre em contato com gente!


7 passos para melhorar o relacionamento com o cliente


7 passos para melhorar o relacionamento com o cliente

Dicas para se relacionar melhor, estar disponível, encantar e, consequentemente, fidelizar seus clientes.

Especialistas na área de vendas afirmam que a base para manter os clientes está no bom relacionamento. Quais são as estratégias que a sua empresa adota para aprimorá-lo?

Se você precisa mudar a maneira como se relaciona com os seus clientes, compare seu planejamento com as etapas que listamos a seguir:

#1 Registre todos os contatos

Crie o hábito de registrar todo contato com o cliente, e isso quer dizer desde o primeiro contato. Existem diversos softwares para auxiliá-lo neste objetivo, os chamados CRMs. No entanto, toda mudança de cultura implica primeiro no desenvolvimento do novo hábito. Depois, sim, você parte em busca da melhor ferramenta.

#2 Esteja disponível

Sua empresa tem um horário de funcionamento e você não precisa ter receio de informar o cliente quando ele pode ser atendido. Estar disponível vai além disso, é direcionar a atenção necessária para ouvi-lo em cada contato. Seja rápido ao propor uma solução, mas escute primeiro. Não há nada mais deselegante do que ser atropelado quando estamos tentando explicar uma situação para alguém.

Processos internos são importantes, mas eles não devem impedir o atendimento adequado. Frustrações constantes com chamadas em espera ou transferência de ligação de setor indicam e baixa resolubilidade tendem a aumentar sua taxa de churn.

#3 Venda expertise

Exatamente por isso, seus vendedores precisam ser especialistas em monitoramento eletrônico. Compreender o contexto e o problema do cliente para sugerir uma solução aderente e condizente com o orçamento dele. Se o cliente percebe que está sendo atendido por alguém despreparado poderá questionar a qualidade do serviço de maneira geral.

Para evitar esse cenário, capacite seus vendedores para compreender o perfil do cliente e realizar uma boa venda.

#4 Inove

Monitoramento só por alarmes já não é um diferencial de mercado há alguns anos. Ofereça o monitoramento por câmeras de segurança, mostre que é possível visualizar as imagens pelo celular, por exemplo. Pense, inclusive, em novas possibilidades com o monitoramento.

#5 Seja honesto

A base da fidelização é a confiança. Se você entrega o que combinou, entra em contato rapidamente quando o alarme dispara, chega no local no tempo correto para verificar uma ocorrência, seu cliente vai confiar no seu serviço. Do contrário, ele poderá imitar a má postura realizando “testes” frequentes e acabará gerando prejuízo com disparos e deslocamentos desnecessários.

#6 Deixe livre

O cliente pode ir e vir a qualquer momento. Prendê-lo com cláusulas de contrato abusivas ou dificultar o cancelamento só prejudica a sua imagem. Aposte no seu bom relacionamento e ele verá valor em continuar na sua empresa.

#7 Surpreenda

Esteja atento ao comportamento dos consumidores e preveja que outras facilidades podem ser incorporadas no dia a dia do cliente. Analistas do mercado de segurança eletrônica já prevêem o futuro da segurança ligado à automação residencial. Por isso, oferecer serviços com projetos iniciais em automação de ambientes, por exemplo, podem contribuir para o efeito “Uau!”.

Quer saber mais sobre segurança e automação? Gravamos um vídeo falando mais sobre este assunto e sugerindo como começar a ter as primeiras experiências com ambientes monitorados e automatizados.

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Sua empresa já está preparada para o atendimento 3.0?


Sua empresa já está preparada para o atendimento 3.0?

Uma marca forte e conectada sabe que todo contato com o cliente é uma oportunidade para causar uma boa impressão!

“O consumidor quer ser atendido no menor intervalo de tempo possível e em qualquer canal de comunicação disponível para ele.” Você concorda com essa afirmação?

Estar conectado o tempo todo tem suas vantagens e desvantagens. O volume de dados aos quais o consumidor está sujeito durante 24h cria um senso de “não tenho tempo para nada!”, o que impacta diretamente na experiência que ele tem com a sua empresa de monitoramento.

O uso constante do celular para resolver tarefas da vida pessoal e da vida profissional desenvolveu novos hábitos de comunicação. O número de chamadas para o SAC da empresa diminuiu enquanto o número de contatos recebidos por What’sApp aumentou.

A base da comunicação é online, e os apps são a porta de entrada para qualquer espaço de comunicação via internet. Basta ver que o número de acesso às redes sociais pelo celular supera os acessos a partir de outros dispositivos.

Isso, na prática, se somou ao ritmo agitado do cotidiano na era da informação, o consumidor quer ser atendido na hora, não importa se pelo Facebook ou por e-mail, ele quer uma resposta urgente.

A pressa por ser bem atendido, portanto, influencia a escolha das empresas por quais meios de comunicação utilizar para se relacionar com o cliente. E isso gerou uma necessidade de evoluir o atendimento.

A ideia de que o consumidor pode ser atendido sem nenhuma diferença por qualquer meio de comunicação disponível para ele é chamada de omnichannel. A palavra significa literalmente “todos os canais”. Omnichannel e atendimento 3.0 significam em suma a mesma coisa: uma experiência melhor de consumo.

Todos os canais. Mesmo.

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Um relacionamento baseado em apps

O consumidor interage com amigos, familiares e outras empresas utilizando aplicativos. O What’sApp, atualmente, é o mais difundido, por que não atendê-lo por este canal também? Depois de ele se tornar seu cliente, você pode apresentar o seu próprio app, que agrega tanto funcionalidades de autoatendimento quanto funções ligadas ao monitoramento (alarmes e câmeras).

Em um mesmo app, seu cliente poderá emitir a segunda via do boleto, abrir uma ordem de serviço, postergar o arme do alarme e visualizar as imagens das câmeras de segurança. Essa convergência coloca a sua empresa na era do atendimento 3.0.

Atendimento 3.0 e a marca

O consumidor espera ser bem atendido pela sua empresa independente do canal de comunicação ou do volume de atendimento (em horário de pico de arme, por exemplo). Escolher a maneira mais efetiva para esse contato render um bom relacionamento depende da experiência de ouvir o cliente e testar possibilidades.

Para o CEO Guilherme Guazzelli, Radcom Alarmes, a empresa precisa saber atender em todos os canais, mas é o cliente quem acaba escolhendo o mais adequado para ele naquele momento. Utilizar apenas um canal, como as redes sociais, pode deixar de fora consumidores mais conservadores que preferem interagir por telefone, por exemplo.

Nesse sentido, para otimizar os recursos da empresa, é possível criar uma política informativa, a cada contato você informa para o cliente que ele tem outras maneiras de obter a mesma informação.

Quer saber o que mais o Guilherme contou sobre estratégia de relacionamento? Confira o vídeo que gravamos com ele.

Gostou do texto? Continue lendo nosso blog! Falaremos mais sobre atendimento 3.0 e novas estratégias de relacionamento.


5 dicas para vender um novo serviço para quem já é seu cliente


5 dicas para vender um novo serviço para quem já é seu cliente

Encurte caminhos e aposte em quem já te conhece. Estratégias para vender novos serviços para quem já é seu cliente.

A abordagem para vender um novo serviço para quem já é seu cliente pode render resultados muito melhores, se você levar em conta alguns detalhes, confira!

Aproveite o bom relacionamento

Nessa hora, é o momento de pôr à prova sua estratégia de relacionamento com o cliente. Se você fez uma boa venda e manteve a qualidade do atendimento no pós-venda, tem uma vantagem muito grande para a nova negociação. Pois, o cliente já sabe como a sua empresa funciona e quem irá atendê-lo.

relacionamento com a marca também direciona o cliente para a contratação (ou não!) de um serviço adicional. Se ele lembra da sua empresa e associa essa memória a momentos positivos, é mais fácil de reconhecer a importância do serviço.

Outro ponto importante é documentar as etapas do relacionamento, saber o que aconteceu em cada contato passa profissionalismo e respeito pelo tempo do cliente.

Explore o histórico da última negociação

Por isso, mantenha registrada cada conversa. Sistemas de CRM são interessantes, mas nada impede que você comece com uma planilha no excel. O mais importante é o hábito, depois vem a ferramenta.

Com o registro das interações, você consegue saber se o cliente demonstrou alguma insatisfação recentemente, se está há muito tempo sem interagir com os vendedores, se liga constantemente para “fazer testes” com a equipe, por exemplo. Tudo isso, para entender melhor o cenário e se o novo serviço vai de fato agregar algum valor na vida dele.

Antes de planejar a abordagem, pesquise o histórico da última negociação e escolha os pontos frágeis: o cliente já se queixou do preço? Do atendimento? De uma característica do serviço? Se sim, que resposta a sua empresa tem para transformar aquele ponto de vista? Pense nisso para planejar a venda do novo serviço!

Escolha a abordagem emocional correta

Conhecer bem o cliente também facilita na identificação do perfil emocional dele. Seu cliente é mais realista, gosta de saber exatamente o que está comprando? Ou ele está mais preocupado com o conforto e com o bem-estar da família dele? Cada preocupação pode ser direcionada de uma maneira. Para o perfil mais racional, você usa mais tempo da negociação explicando como é o serviço, já para o perfil mais zeloso, você falará mais sobre o porquê de contratar o novo serviço.

O importante aqui é saber para quem você está vendendo o novo serviço, afinal ele já é seu cliente, a responsabilidade de conhecê-lo bem é maior.

Use argumentos úteis para o cliente

Levando em consideração as dicas anteriores, você vai conseguir montar uma abordagem direcionada a cada cliente, o que eleva as chances de fechar o novo negócio.

Se o cliente precisa da anuência de outra pessoa para contratar o novo serviço, escolha argumentos que irão ajudá-lo na negociação. Imagine que você está negociando com um funcionário de uma escola para a implantação de um CFTV, ele vai precisar apresentar a sua proposta para a direção. Que argumentos ele deve usar para que a direção da escola entenda que a sua empresa é a melhor opção? Pense nisso e repasse ao seu cliente, você estará facilitando a tarefa dele e, ao mesmo tempo, a sua.

Fortaleça a confiança

Repita a boa experiência! Se a primeira negociação foi tranquila e você conseguiu conquistar a confiança do cliente, mantenha o mesmo padrão de qualidade. Caso haja mudanças no seu time de vendas, alinhe com os novos colaboradores como deve ser o processo. É um bom momento para destacar o quanto é importante manter um registro do relacionamento. Dessa forma, todos na sua empresa podem pesquisar e se preparar adequadamente para uma nova venda.

Já pensou em quais novos serviços sua empresa pode oferecer para os clientes da base? Então, estimule o seu pessoal a ter novas ideias compartilhando este artigo nas suas redes sociais.


Como será o monitoramento eletrônico daqui a 20 anos?


Como será o monitoramento eletrônico daqui a 20 anos?

Em 1997, as tecnologias para monitorar ambientes eram analógicas e o alarme era a grande estrela. Mas e no futuro?

É muito provável que você já tenha ouvido falar sobre “cidades inteligentes” ou “casas inteligentes”. Nesses casos, “inteligente” traduz a ação de dotar um ambiente de tecnologias para comunicação e execução de tarefas programadas de maneira autônoma. Isso significa que, no futuro, as cidades (casas, carros, espaços públicos, etc) estarão conectadas: sistemas energéticos, de tratamento de água e esgoto, trânsito e saúde serão programados para suportar um tráfego constante de troca de dados.

Câmeras de segurança serão utilizadas para medir o nível de poluição no ar e até mesmo fazer previsões sobre o clima. Ao passo que, na vida privada, será possível configurar o funcionamento automático de luzes, portas, eletroeletrônicos, para que, ao chegar em casa, você encontre a cena dos sonhos: o portão percebe sua chegada, abre sozinho, as luzes se acendem, seu café está pronto e o jantar está quente no forno!

A cidade do futuro será pautada pelos avanços de tecnologia e pela engenhosidade dos empreendedores em convergirem seus modelos de negócio para atender as demandas mais urgentes.

E como fica a segurança? Nossos Segmakers foram instigados a imaginar possíveis cenários para o monitoramento daqui a 20 anos. Confira!

Minority Report: tecnologias preditivas dominarão o mercado

Criatividade extrema! O pessoal por aqui foi bem high tech, a Amanda, do nosso comercial, não teve dúvidas “Eu acho que vai ser muito semelhante ao filme com o Tom Cruise, muita tecnologia, telas holográficas, interação com as mãos e, inclusive, uma tendência a prever se algo perigoso pode acontecer.” Geraldo, nosso designer, também imagina que o futuro pode trazer elementos dos filmes “Pra mim, segurança e tecnologia serão uma coisa só, porque vai ser impossível frear o desenvolvimento de super programas e de equipamentos.”

Satélites, câmeras e modo analítico: segurança mais integrada

Para o Eduardo, do nosso marketing, “Os equipamentos ficarão mais baratos, então vai ser possível monitorar os ambientes com muito mais tecnologia: sensores, câmeras, scanners 3D, entre outros dispositivos. A tendência é que as barreiras físicas, como muros e cercas, não precisem mais existir, porque tudo e todos estarão identificados.” O Mariano, do nosso comercial, também concorda “Os dispositivos de segurança estarão muito mais evoluídos, câmeras e seus módulos analíticos serão capazes de muito mais do que apenas capturar imagens. Satélites para geolocalização serão utilizados para proteger áreas “virtualmente” demarcadas.”

Novos ciborgues: controle de acesso sob a pele

Que podemos utilizar nosso corpo como chave de controle de acesso, isso não é novidade, controle pela digital, pela íris, mas a ideia que nossos Segmakers levantaram é ainda mais ousada: a de implantes digitais. Um chip embaixo da pele para abrir portas automaticamente. A ideia, na verdade, já tem sido experimentada nos dias atuais. E há aplicações para área médica, principalmente, para pacientes com distúrbios severos de memória. O Ricardo, nosso gestor comercial, indicou a leitura desse artigo. O Michel, do nosso desenvolvimento, também acredita na ideia “Acho que as chances de isso ser comum no futuro são enormes”.

Automação: sua casa saberá quem você é

Já a Jéssica, do nosso Onboarding, aposta que a grande mudança será sentida no espaço privado “A forma como interagimos com nossa casa será diferente. A casa literalmente vai saber quem você é. Quando você estiver se aproximando, os dispositivos de segurança irão rastrear sua identificação e autorizar sua entrada, tudo de forma autônoma.”

Que tal aplicar o mesmo exercício aí na sua empresa? Como será o mercado daqui a 20 anos? Que mudanças você vai precisar fazer agora para se adaptar ao monitoramento do futuro? Incentive a criatividade das suas equipes compartilhando este artigo com eles.


Como estimular a criatividade e inovar em tempos de crise?


Como estimular a criatividade e inovar em tempos de crise?

Em época de crise, enquanto uns choram outros vendem lenços.

Criar encontros informais entre os membros das equipes

Estimule a hora do café como um momento para trocar referências e circular informação. Sair para almoçar em equipe ou chamar o pessoal para um happy hour também incentiva a comunicação descontraída. Ambientes costumam influenciar na maneira como as pessoas criam. Mudar de ares é uma ótima estratégia para pôr em perspectiva opiniões diferentes.

Ouvir (mas ouvir mesmo) os clientes para inovar em tempos de crise

Aproveite os momentos de contato com o cliente para entender mais sobre ele. Não se restrinja a pesquisa de satisfação. Para estimular a criatividade e fomentar a inovação, não esteja fixo a um roteiro, pergunte sobre projetos futuros, sobre pontos importantes para o cliente com relação ao serviço de segurança: o que é mais importante? Ter controle? Sentir-se seguro? Contribuir com o bem-estar? Facilitar a rotina através da tecnologia?

Melhorar a rede de contatos

Não encare outras empresas do segmento como inimigas, são suas concorrentes. Você pode aprender sempre ouvindo o que outros empreendedores têm a dizer sobre os desafios que enfrentam diariamente. Para inovar em tempos de crise, que tal um benchmarkingagora? Assista ao vídeo que gravamos com um de nossos clientes e teste esta possibilidade. Torne essa prática um hábito para sua gestão. Eventos de associações e feiras são ótimos espaços para iniciar um primeiro contato.

Esse assunto despertou o seu interesse? Acompanhe nossos próximos posts sobre inovação em segurança!


Qual é o melhor software de VMS disponível no mercado?


Qual é o melhor software de VMS disponível no mercado?

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Buscas no Google pelos termos “qual é o melhor…” para produtos e serviços estão sempre entre as mais realizadas.

É natural que o consumidor utilize a internet para se informar sobre os prós/contras da solução que está procurando, como também, para saber o que as pessoas têm a dizer sobre determinado produto/serviço.

O mercado de segurança eletrônica conta com diversos fornecedores, principalmente, se o assunto for videomonitoramento. Fabricantes nacionais e internacionais disputam espaço interno lançando novidades em câmeras e dispositivos para alarme-imagem. Então, como escolher o melhor software de VMS?

Uma coisa é certa, os softwares CMS (content management system) embarcados em DVRs e HVRs conseguem suprir pequenas demandas de monitoramento por CFTV, mas estão longe da performance que um VMS pode agregar para o serviço.

Nesse sentido, a primeira escolha é, de fato, partir para um software VMS e não se limitar ao CMS do fabricante dos equipamentos de CFTV. O próximo passo é encontrar a empresa de tecnologia adequada para atender a sua necessidade.

Para isso, veja quais aspectos são importantes na hora da contratação do VMS:

– integração com software de alarme, para evitar recadastros e eventos duplicados;

– facilidade de operação, interface simples;

– acesso direto ao servidor de forma remota, número ilimitado de acessos simultâneos de usuários autorizados para realização de cadastros de DVRs e HVRs;

– servidor de imagem dedicado ao projeto de segurança, permissão para agregar mais de um servidor de imagem no VMS;

– visualização das imagens antes do disparo do alarme, funcionalidade pré-alarme;

– ampliação de novos serviços;

– atualizações gratuitas;

– cancelamento a qualquer momento;

– suporte técnico 24/7 para emergências.

A Segware conta com uma solução de VMS, o Sigma Image Monitoring, que é baseado na arquitetura Digifort, empresa premiada na última ISC Brasil 2017 como a melhor provedora de tecnologia de videomonitoramento.

Nossa parceria consegue entregar para as empresas de monitoramento, que já utilizam a plataforma Sigma Security, todo o poder da integração alarme-imagem, além de atualizações gratuitas e forma de contratação diferenciada, por números de DVRs e pagamento por mensalidade. A versão Sigma Image Monitoring também conta com funcionalidades e relatórios exclusivos.

Ficou interessado em ver de perto como essa integração funciona? Tire suas dúvidas sobre o software agendando uma apresentação com a gente.


3 razões por que tratar eventos de alarme com imagem é mais fácil


3 razões por que tratar eventos de alarme com imagem é mais fácil

Neste post, listamos 3 razões pelas quais a combinação do monitoramento de alarmes com imagens do CFTV contribui para a motivação da equipe.

O trabalho dentro da central de monitoramento exige muita atenção, a repetição de procedimentos é necessária para garantir um padrão de qualidade em todos os atendimentos.

Ao mesmo tempo, essa rotina pode gerar sentimentos de cansaço e de pressão na equipe. A responsabilidade é grande, claro, mas a operação de monitoramento pode ser mais fácil se agregar a utilização de imagens. Gravamos um vídeo inclusive contando como a tecnologia pode agregar mais eficiência para a operação.

Oferecer o serviço de monitoramento por câmeras pode aumentar a receita da empresa, retomar seu crescimento, ser um diferencial competitivo e ainda facilitar o trabalho de quem precisa estar sempre atento e presente na central.

Neste post, listamos 3 razões pelas quais a combinação do monitoramento de alarmes com imagens do CFTV contribui para a motivação da equipe.

Veja os motivos que destacamos:

A segurança é maior quando existem imagens do local

No monitoramento só por alarmes, toda operação é baseada no disparo do sensor. Com isso, o trabalho da central se torna muito mais reativo do que ativo.

Além de deixar de prevenir sinistros, não ter imagens do local pode atrasar investigações e tornar a operação mais cara.

Isso porque o disparo do alarme pode ter acontecido por um descuido, mas o procedimento que exige a confirmação é padrão nas empresas.

Então, sem imagens, o tempo de atendimento é maior para checagem da ocorrência e o número de deslocamentos em falso também sobe.

Agora, se há um CFTV no perímetro monitorado, as imagens garantem uma confiabilidade maior do serviço, geram provas para a investigações policiais e a viatura só vai até o local caso seja constatada uma ocorrência real.

Por isso que…

É mais rápido tratar eventos de alarme com imagem

O operador tem acesso às imagens que antecederam o disparo do alarme e consegue analisar com mais detalhes o que aconteceu no cliente.

A possibilidade de “voltar no tempo” é uma vantagem tanto para o cliente quanto para a empresa de monitoramento. Em algumas situações, a empresa fica muito exposta, tendo apenas a palavra do cliente como prova. As imagens, portanto, garantem que as ações sejam tomadas em cima de fatos.

O tempo de reação para enviar uma viatura também é menor, porque substitui a necessidade de uma confirmação por telefone caso seja constato um sinistro em curso.

No vídeo que gravamos, falamos mais sobre esse assunto.

Quando o operador for tratar um eventos de alarme com imagem, portanto, será mais rápido ver o que aconteceu ou está acontecendo no local.

Quando os softwares estão integrados diminui o retrabalho

Além de melhorar a agilidade da operação, quando o software VMS, responsável por gerenciar as imagens capturadas pelo CFTV, está integrado ao software de alarmes, não é necessário duplicar cadastros e nem gerenciar eventos diferentes.

As imagens ficam vinculadas ao evento de alarme, são guardadas no servidor e podem ser reassistidas sempre que necessário.

Neste vídeo, explicamos melhor como uma solução de VMS integrada com o software de alarme promove eficiência para operação de monitoramento.

Gostou do texto? Continue lendo sobre as vantagens do monitoramento via VMS neste artigo É possível monitorar apenas pela interface do VMS?


11 dicas de planejamento para iniciar com monitoramento de imagem


11 dicas de planejamento para iniciar com monitoramento de imagem

Voltar a crescer em meio ao cenário de instabilidade econômica brasileiro é o sonho de todo empreendedor, não é mesmo?

monitoramento de imagem tem atraído investimentos, porque representa o futuro, e em se tratando do que ainda está por vir, toda experiência obtida agora será um diferencial lá na frente.

Por isso, algumas empresas de monitoramento de alarmes estão buscando por formas de diferenciação no mercado e encontram a partir da oferta do serviço de monitoramento de imagem uma boa estratégia.

Essa etapa é permeada por diversas dúvidas, o que é natural, já que o modelo de negócio vai precisar passar por uma revisão.

Planejar como será a comercialização deste novo serviço é fundamental para manter a excelência do atendimento, treinar os vendedores e definir os processos internos que garantirão a qualidade do serviço.

Neste post, listamos 11 dicas para auxiliar o gestor na etapa de planejamento, antes da comercialização do serviço de monitoramento de imagem. Confira!

Planejamento: clientes e necessidades

Novo plano de negócio

O serviço de monitoramento de alarmes tem suas características, a aquisição dos equipamentos é relativamente mais simples assim como sua instalação. Para oferecer o serviço de monitoramento de câmeras, é preciso pensar em todas as etapas, do pré-venda à manutenção. Assim, o primeiro passo para rever o plano de negócio é identificar o perfil de cliente que você quer atender.

Perfil de cliente

Estar preparado para atender clientes pequenos e clientes grandes não é um bom negócio. Isso porque perfis diferentes exigem investimentos distintos.

O segmento de monitoramento eletrônico tem um alto custo de aquisição de cliente – o CAC. Este indicador consegue mostrar que nem sempre a rentabilidade é maior quando o número de clientes aumenta. Os custos podem subir muito e de maneira abrupta se você aceitar um cliente muito grande sem ter se planejado para atendê-lo com qualidade.

Por isso, é essencial que você foque em um perfil de cliente compatível com a sua infraestrutura.

Projeto de segurança e equipamentos

Alugar ou vender as câmeras?

O ideal é que você opte por uma abordagem, aluguel ou venda. Ambas possuem vantagens e desvantagens. Mas é importante levar em consideração que quando você aluga os equipamentos o cliente final espera que você ofereça também a manutenção e até mesmo a troca do dispositivo. Já a venda das câmeras, caso você não ofereça nenhuma outra vantagem, pode levar a cancelamentos futuros de assinatura do serviço.

Forma de cobrança

Outro fator que precisa ficar claro no seu planejamento é se o projeto de segurança será comercializado por número de câmeras utilizadas no CFTV ou se será uma mensalidade com valor fixo. Você pode optar por definir faixas, como por exemplo, até 5 câmeras, até 15 câmeras. A necessidade de cobrar por câmera ou uma assinatura será revelada pelo perfil de cliente e tipo de projeto a ser atendido. Ainda assim, você precisa saber quanto custa monitorar as imagens geradas por uma câmera.

App para visualização das imagens

Uma vantagem competitiva para a empresa é ter à disposição do cliente final um app para visualizar as câmeras pelo celular. Você pode definir se o serviço já consta com o preço do acesso ao app ou se será cobrado como um item a mais. O dica é atrelar o acesso ao app ao seu serviço, isso incentivará o cliente final a permanecer com você.

Serviços vinculados ao CFTV

Eventos de alarme com câmera

Você já consegue oferecer o monitoramento de alarmes, basta associá-lo às imagens capturadas pelas câmeras. Com isso, o tratamento dos eventos ganha agilidade e confiabilidade, porque vai ser possível conferir as imagens do local momentos antes do disparo do alarme. O que também evita deslocamentos de viatura sem necessidade, reduzindo os custos com o alarme.

Ronda remota

Novas possibilidades surgem com a instalação de um CFTV, a ronda remota é um caso. Neste serviço, o profissional está na central de monitoramento observando o mosaico de câmeras do clientes, caso haja algo suspeito, ele mesmo inicia o tratamento do evento. Assim, o mesmo operador consegue atender mais um cliente, tornando o negócio escalável.

Chegada assistida

A vantagem de ter os olhos no perímetro monitorado é poder iniciar a verificação do local antes mesmo do cliente chegar. Alguns perfis de clientes possuem essa necessidade, é uma opção caso você identifique a demanda na sua região.

Deslocamentos

No monitoramento por imagem, você pode ou não incluir o deslocamento de viaturas no serviço. Alguns perfis de clientes precisam apenas das imagens para em uma eventualidade repassar às autoridades, não é necessária a verificação in loco. Outros clientes, no entanto, podem solicitar esse serviço. É preciso levar em consideração se você pode ou não atendê-los, se possui frota própria, se precisará terceirizar e quais são os custos implicados.

Detecção de movimento, 24/7 ou evento de alarme

O tipo de gravação das imagens do CFTV também pode ser adaptado de acordo com a necessidade do cliente final. Se você oferecer o monitoramento 24/7, também pode oferecer um back up das imagens na própria central, e não só no DVR que compõe o kit do CFTV.

Terceirizar projeto e manutenção pode ser uma opção

Se você ainda não prospectou clientes de imagem suficientes para dar conta de pagar o investimento, uma opção é terceirizar a elaboração do projeto de segurança e a manutenção dos equipamentos. Geralmente, o mesmo profissional de CFTV é capacitado para as duas coisas: instalar e manutenir. Contratações pontuais podem ser uma alternativa para não descapitalizar a empresa.

As dicas foram úteis para o seu planejamento? Então, continue lendo nosso próximo post sobre soluções em monitoramento de imagem!